sábado, 28 de março de 2015

É AMANHÃ


POR UM CORPO DE BOMBEIROS ÉTICO



DENUNCIA SOBRE REQUERIMENTOS NO HCAP

A Enfermagem do Centro Cirurgico do HCAP pede socorro.
 
Infelizmente o descaso no Hospital Central Haristarcho Pessoa continua . Recebemos a informação que os requerimentos de gratificação de RX concedidos através da NOTA DGF-034/01 encontram se com o Cap chefe da Sad Guilherme Amorim, que é o secretário do Cel Neil Chaves de Souza e do Cel Antônio Roberto Pereira Gomes . Que os requerimentos estavam sendo travados e impedidos de serem assinados pois o Cap Guilherme levou os requerimentos para casa quando de férias e até hoje não os apresentou . Total descaso com os praças e enfermeiros do HCAP.
Esperamos que tal fato não se repita como foi a novela do TAF do HCAP .
 
 
BOLETIM DA SEDEC Nº 094, DE 22 DE MAIO DE 2001. Fl. 2082
 
9. CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO DE RAIO-X -
ESCLARECIMENTO AOS SERVIDORES DA SEDEC - NOTA DGF-034/01
Considerando que a Diretoria Geral de Finanças só controla a vida
financeira dos militares da Corporação;
Considerando que o desempenho continuado da função com Raios-X
e/ou substâncias radioativas gera direito à percepção definitiva da respectiva gratificação,
prevista na Lei Federal nº.1234, de 14 Nov 50;
Considerando que o direito à percepção definitiva da gratificação
depende do registro nos assentamentos dos militares, observadas as instruções específicas;
O Diretor Geral de Finanças esclarece que:
a) O Diretor Geral de Saúde deverá manter um cadastro atualizado
de todos os Bombeiros Militares que efetivamente operem com Raios-X, tornando público no
Boletim da SEDEC a inclusão e a exclusão de nomes no cadastro, bem como qualquer
alteração.
Nesse cadastro deverá existir um sistema de controle, seja através
de caderneta, livro, ficha ou de qualquer outro sistema, que seja devidamente rubricado pelo
chefe do setor, e que possibilite a comprovação efetiva da exposição aos raios-X pelo número mínimo de 08 (oito) horas semanais, tanto para aqueles que operem diretamente ou exerçam atividades auxiliares ou acessórias;
b) Para a concessão inicial do benefício deverá ser formulado
requerimento ao Diretor Geral de Saúde para sua inclusão no cadastro, constando
declaração firmada pelo chefe imediato, confirmando a operação direta e próxima à fonte de irradiação, cópia do sistema de controle adotado, comprovando o cumprimento do número mínimo de horas trabalhadas devidamente rubricada pelo interessado;
c) A Diretoria Geral de Saúde deverá encaminhar mensalmente à
DGF relatório mensal constando cópia do sistema adotado para fins de controle de todos
aqueles que no período considerado tenham cumprido as horas mínimas semanais para fins
de manutenção do benefício em folha e comprovação de habitualidade e cancelamento da
Gratificação de Raio-X aos que não atenderem as disposições legais.
Em conseqüência, torno sem efeito a Nota DGF-057/96, publicada no
Boletim nº 119, de 25 Jun 96.

Fonte: Recebido por email

sexta-feira, 27 de março de 2015

3º CICLO DE FORMAÇÃO POLÍTICA


Amigos (as), será como de costume, nessa última sexta-feira do mês, a realização do nosso 3º Ciclo de Formação Política da ABMERJ. Todos estão convidados (as) às 18h na Rua da Lapa, nº 120 - Centro do Rio. Daremos continuidade a segunda parte da aula sobre a vida, movimento e atuação política de Luís Carlos Prestes e dos militares no Brasil. Sua presença é fundamental!
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Quero falar com a Dilma

Um homem chegou ontem à tarde na portaria do Palácio do Planalto e, pomposo, mandou essa:

- Quero falar com a Dilma.

Era o novato deputado Cabo Daciolo, do PSOL do Rio de Janeiro. Queria apresentar a Dilma, sem hora marcada, uma ideia para resolver a crise no Fies.

Diante da surpresa dos seguranças, completou:

- Se não for ela, pode ser o Mercadante.

Terminou sendo atendido por um assessor da Secretaria de Relações Institucionais.

Por Lauro Jardim
 
DISPOSIÇÃO E OUSADIA, a gente vê por aqui

QUEREMOS UM CORPO DE BOMBEIROS MELHOR


JÁ IDENTIFICAMOS OS PROBLEMAS.JUNTOS SOMOS FORTES,NENHUM PASSO DAREMOS ATRÁS!DEUS ESTÁ NO CONTROLE.


Posted by TV Daciolo on Quinta, 26 de março de 2015

APROVADO O NOSSO PROJETO DE LEI, N° 529, DE 2015!

ATENÇÃO: Bombeiro militar, policial, integrante das Forças Armadas, do sistema prisional e da Força de Segurança Nacional, quando estiver em serviço.

Aprovamos hoje, no plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 3131/08 e o de nossa autoria, n°529 de 2015 e outros apensados, que será homicídio qualificado e CRIME HEDIONDO assassinar esses agentes públicos de segurança.


O agravamento do crime também se estende ao cônjuge, companheiro ou parente até 3° grau do agente de segurança.

A matéria vai ao Senado Federal.

Deus está no controle. Juntos somos fortes!
 
 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Daciolo contraria Psol e apresenta PEC para alterar texto da Constituição

Deputado quer mudar texto para 'Todo poder emana de Deus'; posição é contrária à de seu partido que defende estado laico

Rio - Mesmo com a reprovação do Psol e as duras críticas de colegas da legenda — que chegaram a pedir ainda a sua expulsão —, o deputado federal cabo Daciolo apresentou na sessão da Câmara dos Deputados desta quarta-feira a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para mudar o texto da Constituição Federal. O parlamentar fluminense quer alterar o artigo 1º da Carta Magna para "Todo o poder emana de Deus".

Apesar de ter se elegido pelo Psol, que defende o estado laico, e que já se pronunciou a respeito do projeto do parlamentar, Daciolo não desistiu e pediu a discussão da PEC no plenário da Câmara. O caso, aliado a outros questionamentos — o bombeiro tirou ao lado do adversário da legenda, Jair Bolsonaro (PP), além de defender os PMs acusados da morte de Amarildo, na Rocinha, presos preventivamente —, levou lideranças do partido a pedir sua expulsão.

"Sou fruto de um Deus vivo. Sou a favor do estado laico. Sou contra a religião. Acredito que meu Deus é criador do céu, da terra e de tudo que há, e não habita o templo feito pela mão de homens. Venho decretar em alto e bom som que verdadeiramente, na minha opinião, todo poder emanda de Deus, que o exerce de forma direta e também através de outros. Hoje, estou colocando essa PEC em andamento", discursou Daciolo, acrescentando: "Eu quero dialogar. Peço, por gentileza, que o Psol dialogue junto comigo".

No último dia 11, o Psol divulgou nota a respeito da intenção do deputado de alterar o texto da Constituição. O partido ressaltou a defesa da liberdade religiosa e garantiu que o parlamentar acolheu as ponderações do partido. No entanto, duas semanas depois, Daciolo deu a prova de que não desistiu de mudar o texto.

Confira a nota do Psol, publicada no último dia 11

"A liberdade de crença religiosa dos cidadãos, o direito ao livre exercício de cultos e a proteção à sua inviolável liberdade de consciência são algumas das garantias legais previstas na Constituição Brasileira de 1988. A nossa legislação maior – que rege a sociedade e o Estado brasileiros – garante, no seu Artigo 5º, que o Brasil é oficialmente um Estado laico. Em outras palavras: sob nenhuma hipótese haverá intervenção da Igreja no Estado, e vice-versa, entendido “igreja” como qualquer religião.

Somente um Estado laico, com posição neutra no campo da fé, pode respeitar o princípio da imparcialidade, não apoiando ou discriminando nenhuma religião, não permitindo a interferência de correntes religiosas em matérias de interesse político e social, e, sobretudo, respeitando a diversidade e cultural em toda a sua abrangência, do pertencimento de credo às diferentes expressões da sexualidade humana, do aspecto étnico às questões humanas como um todo.

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) reafirma a defesa destes princípios de respeito à diversidade e da manutenção intransigente da laicidade do Estado, sem vinculação ou submissão a qualquer manifestação religiosa, e da defesa das liberdades conquistadas e consolidadas na Constituição Federal de 1988. São elas que nos garantem a livre expressão do pensamento e nos abrem os horizontes para o desenvolvimento – longe de qualquer obscurantismo – da sociedade brasileira.

Dito isto, em reunião da bancada encerra agora há pouco, o deputado Cabo Daciolo acolheu as ponderações dos colegas, sustando a apresentação da PEC noticiada, sem prejuízo de seu debate individual sobre sua crença".


FONTE: O DIA

Deus está no controle


Ato Público realizado pelo dep. Cabo Daciolo é destaque na TV Câmara

Lições do caso Daciolo

PSOL demonstra a insensibilidade da esquerda à mentalidade das classes populares que diz representar.
por Paulo Roberto Silva (24/03/2015)
em Brasil


Em seu depoimento à Denise Paraná, Lula registra vários comportamentos estranhos de militantes da esquerda clandestina que tentavam se inserir no meio operário. Entre as bizarrices, menciona uma militante que entrou no bar e pediu pinga. Chamou a atenção. “Operária não pede pinga em bar”, lembra Lula. Vinte anos depois, um amigo, militante trotskista, que trabalhava em fábrica no ABC para disputar a direção do sindicato com os herdeiros de Lula, confidenciou: “operário é conservador, bate na mulher e no filho gay”.

Esses dois casos ilustram a diferença de mindset entre a militância da extrema esquerda e o trabalhador normal. Este pode até aceitar pautas radicais no campo político e econômico, mas será conservador na pauta comportamental. E isso não é uma exclusividade brasileira: quem assistiu Billy Elliot lembra da reação do pai, líder de greve de mineiros contra Margaret Thatcher, ao saber que o filho queria estudar balé.

A explicação para isso está em O Novo Espírito do Capitalismo, escrito por Luc Boltanski e Eve Chiapello. Os autores classificam a crítica ao capitalismo em duas: crítica social, baseada na desigualdade entre ricos e pobres, e crítica estética, sobre a opressão da moral burguesa. Esta última nunca foi majoritária na esquerda, mas sim entre artistas e grupos de classe média. A aproximação entre esquerda e crítica estética teria acontecido após o maio de 1968, e ainda hoje estaria definindo a pauta da nova esquerda.

Corta para 2015. O PSOL do Rio de Janeiro elegeu como deputado o cabo Daciolo, líder da greve dos bombeiros. Desde eleito, o novo deputado tomou três atitudes polêmicas, que o colocaram em rota de colisão com o partido: alinhou-se publicamente a Jair Bolsonaro, apresentou emenda constitucional afirmando que “o poder emana de Deus”, e defendeu os assassinos de Amarildo.

O PSOL, que agora quer expulsar Daciolo, não pode dizer que não sabia. De formação militar e evangélico, não é improvável que não tenha nunca compartilhado suas opiniões com quem estava por perto. Talvez tenha passado por folclórico, e lideranças preferiram seguir em frente para dar um colorido operário a seu partido.

Mas Daciolo agora sofre críticas por operar em um extremo em temas nos quais o PSOL optou por operar no extremo oposto. E isso expõe a dificuldade da esquerda, PSOL principalmente, em dialogar justamente com os mais pobres e trabalhadores. Porque Daciolo pensa parecido com aquela classe operária conservadora de Lula e do militante trotskista acima. Talvez com um viés mais radical.

Lula foi Lula porque soube se comunicar com as classes populares e atraí-las para seu projeto de poder. A esquerda brasileira, neste momento, demonstra total incompetência neste aspecto. E aí não é só o PSOL: setores do PT defendem a mesma pauta estética como “saída para a crise” do governo Dilma. Não entenderam nada. Foi essa mesma visão tacanha que afastou os novos ativistas da esquerda em junho de 2013.

Depois não reclamem quando a nova direita, em todos os seus matizes, encher novamente as ruas em 12 de abril.

NOTA #8 [17/03/2015] (RJ) Círculo de Estudos da Idéia e da Ideologia

Em defesa de Daciolo e, por conseguinte, em defesa do Partido

(ou sobre um fantasma que nos assombra: a classe trabalhadora)

Mais uma vez o Companheiro Daciolo vem sofrendo duras críticas de militantes e lideranças do Partido Socialismo e Liberdade. Antes mesmo das eleições, determinados setores já o olhavam com desconfiança, não somente por exercer uma prática religiosa peculiar, cujo o amor em Cristo é forte e determinado – mas que é constantemente interpretado como “fundamentalista” – , como também por fazer parte de setores minoritários dentro Partido (mas extremamente combativo) na seção do RJ, liderado pela Companheira Janira Rocha. No entanto, apesar destes “poréns”, a maior parte da militância e as lideranças aceitaram a candidatura do Cabo, muito em virtude de sua corajosa liderança na grande greve dos bombeiros do RJ ocorrida há alguns anos. E os mais intransigentes tiverem que engolir a candidatura, pois o Estatuto partidário a legitimava.

Apesar do apoio inicial, via-se um desconforto aqui e ali e em alguns uma aposta velada de que a candidatura do Daciolo não emplacaria. E, no entanto, o que se viu foi uma das mais lindas e formidáveis campanhas eleitorais para o legislativo de todos os tempos da política brasileira – digna da história do Psol! Praticamente sem a estrutura do Partido, colhendo fundos ao mesmo tempo que pedia votos, numa campanha de recursos escassíssimos, regada por grandes caravanas e com um esforço impressionante de sua base, Daciolo conseguiu a terceira vaga de deputado federal do RJ no Partido nas últimas eleições com quase 50 mil votos. Quase o dobro do quarto colocado, Companheiro Renato Cinco, que teve intenso apoio estrutural do Partido assim como de sua legislatura como vereador, e que será o beneficiário direto de uma acalentada expulsão partidária do agora Deputado Daciolo, pois é herdeiro imediato da vaga. Daciolo foi beneficiado pelo coeficiente eleitoral alavancado pelas candidaturas dos Companheiros Chico Alencar e Jean Wyllys, embora com a mesma votação conseguisse a vaga também em outros partidos.

A vitória do Daciolo foi um raio no Partido. Ninguém esperava. Como um convidado indesejado que entra na festa pela porta dos fundos (de serviço?), Daciolo se tornou a grande incógnita nos últimos cinco meses. E as respostas a esta incógnita são as mais variadas. Vão desde militantes e eleitores psolistas que o ofendem diariamente nas redes sociais à vigilância policialesca ideológica de alguns setores do Partido, marcando cada passo de sua conduta. Neste cenário, não é difícil imaginar o clima de guerra desenhado. É bem verdade que o próprio Daciolo coopera um pouco para isso. Se tivesse um pouco mais de prudência em suas falas, acho que metade dos conflitos que gerou não teria acontecido (aliás, vejo ele numa solidão imensa no mandato). De todo modo, quando “cada grão fora do prato” é visto como “traição”, fica realmente difícil saber o que dizer para não desagradar a exigente militância carioca.

Quem é Daciolo? Fui nascido e criado em Inhaúma, bairro que chamo de subúrbio do subúrbio, porque fica exatamente entre Méier e Madureira, e que tem como principais pontos de referência o Metrô e um cemitério. Como típico bairro suburbano, Inhaúma é desprovida de infraestruturas básicas, notadamente de aparelhos de lazer e cultura. A educação é vista primordialmente como caminho para uma oportunidade de emprego (um concurso público, por exemplo) e bem menos como uma experiência de desenvolvimento intelectual. Quando vejo Daciolo, me identifico imediatamente. Por quê? Porque quando vejo Daciolo, vejo meus vizinhos, vejo meus amigos de infância, familiares. Alguns evangélicos, outros militares. Pessoas comuns, classe trabalhadora como outra qualquer, eivadas de vacilações ideológicas. A diferença entre meu vizinho e Daciolo é que este cabo bombeiro é um gênio da política: liderança extremamente corajosa (no Partido, coragem comparável com a do Freixo no enfrentamento com as milícias), de uma sinceridade inigualável (aliás, poderia ser um pouquinho menos…), de uma confiança no povo que faria um maoista convicto se enrubescer, de uma disposição de trabalho absurda – enfim, no mínimo, um grande quadro do Partido.

terça-feira, 24 de março de 2015

'Rebelião é tragédia anunciada', diz presidente do Sind Degase

Adolescentes, que teriam feito reféns na unidade de Bangu, já foram contidos por Grupamento de Intervenção Tática da Seap; agentes denunciam superlotação no local







Internos do Educandário Santo Expedito fizeram
rebelião na unidade de Bangu nesta terça-feira;
PMs cercaram o local

Rio - O Grupamento de Intervenção Tática da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) conteve a rebelião de internos do Educandário Santo Expedito, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta terça-feira. Segundo o presidente do sindicato dos agentes que atuam nas unidades (Sind Degase), João Luiz Pereira Rodrigues, os menores infratores chegaram a atear fogo e tacar pedras do telhado da unidade. Ele denuncia ainda superlotação: com capacidade para 90 adolescentes, o centro possui 300. "É uma tragédia anunciada", disparou.
Há ainda informações de que os internos teriam feito reféns voluntários e servidores do Departamento Geral de Ações Sócio Educativas (Degase). 

Dizendo-se preocupado com a possibilidade de morte de algum adolescente, João Luiz afirmou que os internos fazem parte de três facções criminosas. "Minha grande preocupação é ver se tem funcionário ferido e adolescente morto. São três facções ali dentro e recebi a informação de que a maior delas — o Comando Vermelho — teria começado a rebelião", declarou ele, criticando a estrutura do Degase. 

"Há 300 adolescentes ali dentro e de facções diferentes. A gente já vem alertando para os problemas de superlotação e baixo efetivo de funcionários. Trabalhamos o triplo do que a legislação determina. A segurança também está fragilizada. A gente já temia por isso. O sindicato sinalizou que infelizmente poderia terminar assim. Isso é uma tragédia anunciada", afirmou o presidente do Sind Degase. 


Segundo João Luiz, o Grupamento de Intervenção Tática já controlou os internos e estaria fazendo os procedimentos de revista. "É uma situação delicada e preocupante", acrescentou. 

Internos que teriam feito rebelião na unidade do Degase, em Bangu, foram contidos por agentes do Grupamento de Intervenção Tática da Seap
FONTE: JORNAL O DIA





O MILITAR TAMBÉM É CIDADÃO


Publicação by TV Daciolo.

DIREITOS HUMANOS TAMBÉM PARA OS MILITARES
ATENÇÃO: Militar também é cidadão.

A Constituição Federal diz:
"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;"


Deus está no controle. Juntos somos fortes!!!