quarta-feira, 24 de maio de 2017

COVARDIA NA ALERJ!!!

O CORPO DE BOMBEIROS ACEITOU MESMO FAZER ISTO?


Leiam. É estarrecedor...

"O Muspe obteve uma liminar judicial que determinava o acesso de servidores às galerias da Alerj, o que foi negado pela presidência da Casa, que apresentou um laudo dos Bombeiros que dizia que a quantidade de saídas, bem como a largura, estavam em desconformidade com as normas técnicas, não podendo haver lotação no interior do plenário."

Tivemos acesso ao "laudo", que diz que a lotação da Alerj seria composta por "70 deputados, 140 assessores e 110 funcionários" e que só poderia haver 110 pessoas no prédio, concluindo que "não há possibilidade de estabelecimento de uma lotação, frente à disparidade técnica constatada". Com base nisso, a Alerj não permitiu o ingresso de ninguém para assistir a votação, desrespeitando a ordem judicial.   

Alguns pontos chamam a atenção:

1) O "laudo" foi fabricado nesta semana, às vésperas da votação; o papel não possui qualquer timbre; não possui a característica marca d'água dos documentos dos bombeiros; e não tem sequer a data em que foi feito.

2) O laudo mente ao afirmar que cada deputado possui 2 assessores, num total de 140. Na verdade, cada deputado possui 20 (vinte) assessores, num total de 1.400, ou seja, 10 vezes o informado pelo laudo. 

3) O laudo afirma que a Alerj teria 100 funcionários. Na verdade, a Alerj possui cerca de 5 mil funcionários. Outro "pequeno" erro de 5.440 funcionários a menos na conta.     

4) O laudo afirma que a lotação da Alerj é limitada a 110 pessoas. Só que lá tem 70 deputados, 1.400 assessores e 5 mil funcionários (total de 6.470 pessoas). Em todos os dias normais, centenas de outras pessoas entram e assistem as sessões, sem nenhum problema. Só agora, na votação contra os servidores, os bombeiros notaram que a Alerj vem deixando entrar todos os dias 6.360 pessoas além do permitido?

5) Se os Bombeiros afirmam que a Alerj só comporta 110 pessoas e sabe-se "agora" que ela possui 6.470, o que farão? interditarão a Alerj? Ou o Corpo de Bombeiros fará vista grossa ao seu próprio laudo e permitirá que 6.470 pessoas continuem trabalhando num local em que só poderiam estar 110? vai assumir o risco de ser responsabilizado no caso de uma tragédia?



http://odia.ig.com.br/economia/2017-05-24/alerj-aprova-aumento-de-contribuicao-previdenciaria-de-servidor-de-11-para-14.html

Faala Presidente

Bom dia a todos e todas, hoje teremos mais  um dia de BATALHA na Alerj, não somos CONTRA o Socorro fiscal da União, no entanto, se o Congresso e o Senado, RETIRARAM a exigência de aumento de 11 para 14% das contra partidas dos estados endividados,  ficou CLARO que essa medida NÃO É NECESSÁRIA para o estado do Rio de Janeiro Aderir...

Diante disso, VAMOS LUTAR HOJE, para IMPEDIR ESSA APROVAÇÃO, o estado Não precisa disso, para colocar os salários em dia.

Espero encontrar os Bombeiros, Policiais Civis, Agentes do DEGASE, Agentes do Sistema Penal, Policiais Militares, toda segurança pública , saúde, educação, judiciário, MP, Defensoria e demais categorias.....

TODOS NA ALERJ, 13H !
HOJE É O DIA DO TUDO OU NADA.....!!!

MESAC EFLAÍN
presidente
ABMERJ
Na luta por direitos
Nem um passo daremos atrás !!!

MESMO SEM EXIGÊNCIA DO GOVERNO FEDERAL, PEZÃO QUER AUMENTAR A PREVIDÊNCIA - VAI DEIXAR MILITAR?



fonte: UOL

SUBTENENTE VALDELEI CONVOCA PARA ATO NA ALERJ HOJE!

Com promessa de protesto dos servidores, Alerj vota taxação de 14% para a Previdência


Apesar da pressão dos servidores, iniciada em 2016, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) vai colocar em votação, hoje, a elevação da contribuição previdenciária dos funcionários públicos, de 11% para 14%. Uma reunião de líderes está marcada para as 11h, com a presença das lideranças dos partidos que integram o parlamento. A votação está prevista para as 15h.E, ao que tudo indica, o texto deve ir à plenário.

Entre os deputados da base do governo, o discurso é de criar um novo mecanismo de resgate das finanças públicas. Já para a oposição, a taxação vai “vitimar” quem não tem culpa perante a crise.

— O que o governo quer é massacrar o servidor público. Quer tirar as poucas condições de subexistência dos trabalhadores do Estado — disse o deputado Eliomar Coelho (PSOL).

Sobre a votação, governistas apontam para uma vitória com boa folga. A ideia é que o texto seja aprovado com a mesma margem apresentada durante a discussão da alienação da Cedae: foram 41 votos à favor e 28 contrários. Já a oposição aposta na ausência de deputados governistas que estão licenciados, caso, por exemplo, do presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB).

O governador Luiz Fernando Pezão ligou para a maior parte dos deputados. Os contatos acontecem desde a semana passada. Em alguns contatos, porém, não teve sucesso.

— Não tem como votar à favor desse governo. Vou estar desrespeitando a população com essa decisão e todos os servidores — disse um parlamentar.

Alerj começa a votar hoje os projetos para conter a crise

Ampliação do estado de calamidade é o primeiro. Amanhã será a vez do polêmico aumento da contribuição previdenciária

Rio - O governo dá início hoje a maratona de votações na Alerj para conter a crise no estado. O primeiro projeto, que irá ao plenário nesta tarde, prorroga para até o fim de 2018 o estado de calamidade financeira no Rio.

Atualmente, o prazo é até o final de 2017. Amanhã será a vez do projeto mais polêmico, que aumenta a contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%, ser debatido entre pelo deputados. E, nos próximos dias, também chegará ao plenário da Casa, o texto que altera as regras para pensões, além do projeto de regime de recuperação fiscal, publicado ontem no Diário Oficial da União, que precisa ser referendado pela Alerj. 


André Ceciliano, presidente interino da Alerj, votará a favor de projetosDivulgação / Alerj

Conforme a coluna divulgou no dia 17, o aumento da contribuição previdenciária deve ser aprovado com mais de 40 votos (de 41 a 45), de acordo com cálculos da base governista. Para passar, é necessário que tenha a maioria simples — neste caso, a metade dos presentes e mais um. O quórum mínimo precisa ser de 36 deputados (50% mais um).

Desde a semana passada, o governador Luiz Fernando Pezão tem se reunido individualmente com deputados. Hoje, às 13h, está marcada reunião do colégio de líderes para discutir os projetos. O encontro deve contar com o secretário estadual da Casa Civil, Christino Áureo. 

Para o presidente interino da Casa, André Ceciliano (PT) — que está no lugar de Jorge Picciani (PMDB), afastado para tratar um câncer — os projetos devem ser aprovados. “O governo já vem se movimentando para essas aprovações. Tem muitos deputados que não são da base (do governo) e vão votar a favor. Eu também votarei a favor”, declarou o deputado, referindo-se ao aumento da alíquota e ampliação da calamidade, que também precisa da maioria simples para passar. 

Com a aprovação das contrapartidas para o regime de recuperação fiscal, o Poder Executivo espera receber o dinheiro da União no prazo de 45 a 60 dias.

Calamidade tem 38 emendas

O texto que será votado hoje no plenário da Alerj, sobre a prorrogação do estado de calamidade para 2018, recebeu 38 emendas dos deputados na semana passada. Os líderes partidários devem discutir as propostas de alterações antes da análise em plenário. 

Na justificativa para ampliação do projeto, o governo alega que o caixa estadual não está equilibrado, inclusive, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018, que tramita na Alerj, estaria com desequilíbrio entre receitas e despesas. 

Por meio do reconhecimento do estado de calamidade financeira, o Poder Executivo não precisará atender, temporariamente, aos limites de endividamento e de gastos com pessoal impostos por artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Prostesto está marcado para amanhã

Enquanto deputados estiverem reunidos no plenário amanhã, um protesto, organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), tomará os arredores da Alerj.

Para garantir um alto número de manifestantes, o Muspe cancelou até o ato em Brasília, que levaria servidores do Rio para protestar contra a Reforma da Previdência amanhã. “O estado não pode jogar essa conta para nós, servidores”, declarou Ramon Carrera, um dos representantes do Muspe. 

Ontem, o movimento encaminhou ao PT Nacional, carta aberta condenando a postura do presidente interino da Alerj, que colocou o projeto do aumento da alíquota previdenciária na pauta. “O problema é responsabilidade de quem governa”, justificou André Ceciliano (PT), que não teme problemas com o protesto. “A manifestação faz parte da democracia”.

Justiça rejeita a forma de reajuste de gratificação da PM

A decisão, agora, será aplicada em todos os processos em curso e afasta o risco de aumento da folha de pagamento anual do Estado em aproximadamente R$ 3 bilhões

Rio - O Tribunal de Justiça do Rio rejeitou a demanda de cerca de 20 mil militares da PM que reclamavam da forma do reajuste e incorporação aos vencimentos da Gratificação de Encargos Especiais de Atividade (GEAT). O TJ- RJ julgou procedente a tese da Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ). A decisão, agora, será aplicada em todos os processos em curso e afasta o risco de aumento da folha de pagamento anual do Estado em aproximadamente R$ 3 bilhões.

As demandas dos militares, reunidas em pelo menos sete mil processos, questionavam a maneira pela qual foi reajustada em 67,5% a GEAT em 2002, de forma escalonada em 12 meses e aplicada conforme a hierarquia vertical dos vencimentos da carreira militar.

Com base no voto do Desembargador Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes, relator do processo, os 22 desembargadores que compõem a Seção Cível do TJRJ decidiram, por unanimidade, acolher os argumentos da PGE-RJ e rejeitar as demandas dos militares.

"Essa decisão é de suma importância, considerando-se a crise financeira atual do Estado. E, do ponto de vista jurídico, esse foi o primeiro IRDR julgado em seu mérito pelo TJRJ, o que sinaliza que o novo instituto processual poderá ser utilizado com sucesso pelos vários núcleos temáticos da PGE”, comentou o Procurador do Estado Luis Paulo Ferreira dos Santos, autor da petição ao TJRJ.

Toda a argumentação da PGE-RJ, acolhida pelo TJRJ, foi em torno de dois pontos básicos: mostrar a impossibilidade do reajuste escalonado de forma capitalizada e provar o acerto no uso do critério da hierarquia vertical para a aplicação do reajuste.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Convocação para a luta - Amanhã as 13h na Alerj

Será que você, SERVIDOR PÚBLICO, não vê motivos pra LOTAR a frente da ALERJ, Quarta-feira, 13h ???

Me desculpa, estou agoniado com isso, não sei como alguém se conforma em perder *40% do seu salário ao ano, DURANTE A VIDA TODA*, o desconto Previdenciário é pra sempre !

Como um servidor pode pensar em não ir para frente da  Alerj, não lutar para reverter, sabendo que é totalmente reversível ???

Tenho *CONVICÇÃO* de que uma grande *manifestação, com MILHARES de Servidores,* (somos 465 mil), *PODE DERRUBAR ESSA VOTAÇÃO* antes mesmo dela começar, Deputado nenhum terá coragem de levar essa medida à frente, com MILHARES de ELEITORES SERVIDORES na porta da Alerj.

Difícil de entender, mas faço um *APELO*, para que os companheiros e companheiras, *vençam o DERROTISMO* que está tomando conta dos servidores, ANTES mesmo da derrota, que *vençam a DESESPERANÇA*, e saiam de suas casas amanhã, *TODOS PARA PORTA DA ALERJ,13h*, ou se contentem em *VIVER COM MENOS 3%* nos seus salários,que somados mês a mês, chegará a uma *perda de aproximadamente 40%* do salário ao ano, ou seja, *TODO ANO TERÁ UMA PERDA* maior que o equivalente ao 1/3° de férias e mais um pouco.... um exemplo: um servidor que ganha 3 mil reais, vai ter uma perda anual aproximada de R$1.170.

Em 10 anos não vai ser nada menos que
 R$11.700 que será retirado do seu bolso, é isso que queremos deixar para os nossos filhos, esse é o legado de quem vai pagar a conta da CORRUPÇÃO ?
*O SERVIDOR TEM OU NÃO TEM MOTIVOS PRA IR PRA PORTA DA ALERJ ????* Não adianta chorar, depois que o leite derramar, *VAMOS À LUTA !!!*

Mesac Eflaín
Presidente
ABMERJ
Na luta por direitos
Nem um passo daremos atrás !

Fonte:WhatsApp 

MESAC CONVOCA PARA A LUTA DIA 24 NA ALERJ


DEPUTADOS CONTRA O AUMENTO DA PREVIDÊNCIA


domingo, 21 de maio de 2017

MESAC EFLAÍN DURANTE ATO EM COPACABANA - JUNTOS SOMOS FORTES

Fim do triênio e adiamento de reajustes da Segurança estão descartados pelo governo


O adiamento da aplicação de reajustes prometidos às carreiras da Segurança Pública até 2019 e o fim da aplicação de triênios sobre os vencimentos dos servidores não serão discutidos pela Alerj. Os dois temas estão fora do pacote de medidas que será trabalhado pelos deputados. O foco, segundo membros do governo, é aprovar a nova taxação à Previdência.

Ambos os assuntos foram debatidos no último pacote enviado por Pezão, no fim de 2016. A questão sobre o fim do triênio parou na Justiça. O deputado Luiz Paulo (PSDB) conseguiu liminar que vetou a discussão. O caso parou no Supremo Tribunal Federal e segue sem resolução. Já o adiamento dos reajustes à Segurança foi devolvido pela Alerj em função da falta de unidade na discussão do assunto.

sábado, 20 de maio de 2017

REUNIÃO EM CAMPOS DO SOS BOMBEIROS E SERVIDORES CONTRA O PACOTE

BOLA DENTRO - EM PLENA CRISE NO ESTADO BOMBEIROS POR INICIATIVA PRÓPRIA INAUGURAM MAIS UM POSTO DE SALVAMENTO

PARABÉNS MAIS UMA VEZ A TODOS OS ENVOLVIDOS, DO CBA AO DESTACAMENTO, PASSANDO PELA EQUIPE DE CONSTRUÇÃO E AO SOLDADO MAIS MODERNO, QUE NÃO MEDIRAM ESFORÇOS EM COLOCAR A DISPOSIÇÃO DO SALVAMENTO MARÍTIMO MAIS UM DISPOSITIVO QUE VAI AUXILIAR NA SEGURANÇA DOS BANHISTAS E AUMENTAR A QUALIDADE DO SERVIÇO DO GUARDA-VIDAS.

QUE MAIS ATITUDES COMO ESTA SEJAM ROTINEIRAS EM SEUS SERVIÇOS.

LEMBRANDO QUE, NO EDITAL DO ÚLTIMO CONCURSO DE GUARDA-VIDAS, AS 300 VAGAS NÃO FORAM TODAS PREENCHIDAS.

CABE TAMBÉM UM ESFORÇO DOS COMANDANTES PARA QUE SE PREENCHAM ESSAS VAGAS UMA VEZ QUE JÁ ESTAVAM PREVISTAS NO EDITAL, ALÉM DE SE APROVEITAR AO MÁXIMO A LISTA DE APROVADOS.

JUNTOS SOMOS FORTES



Fonte: FACEBOOK e WHATSAPP