sábado, 27 de agosto de 2016

CANDIDATOS A VEREADOR DO SOS BOMBEIROS

EM BARRA MANSA

EM NOVA IGUAÇU


EM TRÊS RIOS

EM MARICÁ


EM NOVA FRIBURGO


EM SAQUAREMA


NO RIO DE JANEIRO


EM ANGRA DOS REIS



EM NITERÓI

ABMERJ NA MÍDIA - CADÊ O DINHEIRO DOS BOMBEIROS?

ABMERJ NA MÍDIA - FALTA DE DINHEIRO AFETA A CORPORAÇÃO

BURRO BOM CARGA NELE - Perícias de servidores estaduais da Educação poderão ser feitas no Corpo de Bombeiros

As perícias médicas cobradas dos servidores da Secretaria estadual de Educação, lotados em municípios do interior do Rio de Janeiro, em breve, poderão ser realizadas nas unidades do Corpo de Bombeiros de cada cidade.

O deputado estadual Comte Bittencourt (PPS) alinhou um Termo de Cooperação Técnica entre a pasta, a Defesa Civil e a Secretaria estadual de Saúde para facilitar a assistência.

FONTE: EXTRA

SUBTENENTE BOMBEIRO É BALEADO NO MP - VEJA AS IMAGENS

Polícia descarta ataque ao Ministério Público


Imagens do circuito interno do Ministério Público, na Rua Nilo Peçanha, 12, Centro do Rio, estão sendo analisadas para identificar os criminosos que invadiram o local. Um deles atingiu com um tiro de pistola calibre 45. o subtenente do Corpo de Bombeiros Claudio Henrique da Silva Siqueira, segurança do promotor Homero das Neves Freitas Filho. A polícia acredita que a ação tenha sido tentativa de assalto e descarta hipótese de ataque à instituição.

Claudio Henrique já deixou o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra a ação dos bandidos. Os dois dispararam contra o militar, que foi ferido duas vezes na coxa, e fugiram em seguida do prédio. O delegado Claudio Vieira, da 4ª DP (Praça da República), investiga o caso. “Já fizemos uma perícia no edifício do MP e estamos tentando identificar os dos criminosos”, disse.

Homero das Neves é titular da 23ª Promotoria de Investigação Penal (PIP) do Ministério Público, responsável pelos inquéritos da Delegacia de Homicídios (DH).

ÍNTEGRA DA NOTA OFICIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

A Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ) informou que a agressão por disparos sofrida pelo agente Cláudio Henrique Silva Siqueira, na noite do dia 25 de agosto de 2016, não ocorreu no interior das dependências da 1ª Central de Inquéritos, e sim na portaria do Edifício Nilo Peçanha, no Centro, aonde o Ministério Público ocupa dois andares guarnecidos com vigilantes.


Esclareceu, ainda, que, no momento da investida, o agente não se encontrava no serviço de escolta ao promotor de justiça Homero das Neves Freitas Filho, e se achava junto ao balcão da recepção do prédio comercial, tendo repelido, ao que parece, tentativa de roubo que se frustrou, resultando em ferimento na sua perna esquerda.

Por fim, foi instaurado procedimento de averiguação no âmbito da CSI, que será acompanhado pelos membros da Comissão de Segurança, não havendo, por ora, indícios que confirmem tenha a ação se dirigido ao promotor de justiça, em razão do exercício de suas funções, sendo certo que o mesmo não se encontrava no prédio na ocasião.

FONTE: O DIA

BANCOS MANTÊM SUSPENSÃO DE CRÉDITOS CONSIGNADOS

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ABMERJ QUESTIONA CRISE NOS BOMBEIROS

Na crise, Corpo de Bombeiros diminui expediente no Estado do Rio


Mudança é para militares que exercem funções administrativas

O Corpo de Bombeiros passará a funcionar com expediente administrativo reduzido. O horário de trabalho será de 8h ao meio-dia, de segunda a sexta-feira, em todas as Unidades de Bombeiros Militares e órgãos da Secretaria de estado de Defesa Civil, para a redução das despesas. O novo horário será adotado a partir da sexta-feira, e a determinação foi publicada no boletim da corporação. Os serviços de emergência e socorro não serão afetados pela mudança.

Segundo a nota, a determinação será suspensa assim que a situação financeira das unidades e da Defesa Civil forem normalizadas.

Com a medida, ficam suspensos a instrução técnico-profissional e o treinamento físico militar para os militares pertencentes ao serviço administrativo. Alguns setores terão que manter o funcionamento mínimo no período da tarde, previsto por protocolo do Corpo dos Bombeiros.

Os profissionais responsáveis pela manutenção e reparo das viaturas continuarão a trabalhar normalmente, já que o serviço de emergência não pode ser afetado.

O Hospital Central Aristarcho Pessoa (HCAP), as políclínicas e as odontoclínicas funcionarão em dois expedientes: das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.



Confira a nota dos Bombeiros sobre o assunto:

O Corpo de Bombeiros informa que a medida tem por objetivo a redução de custeio no que diz respeito ao expediente administrativo. A corporação reforça que a mudança não abrange as ações operacionais - socorro e emergência - que seguirão em pleno funcionamento. A redução da carga horária administrativa perderá o efeito tão logo a situação financeira se normalize.

FONTE: EXTRA

Agência de classificação de risco rebaixa nota de crédito do RJ

Standard and Poor's rebaixou nota do estado de B- para CCC-.

Agência afirma que crise financeira que o estado vive o prejudica.

A agência de classificação de risco Standard and Poor’s rebaixou a nota de crédito do Estado doRio de Janeiro de B- para CCC- na escala global. E de BRB- para BRCCC- na escala nacional. A agência afirma que o RJ tem uma dívida de R$ 2,5 bilhões com credores nos próximos seis meses, e afirma que a profunda crise financeira que o Rio vive o prejudica a honrar esta dívida.

A Standard and Poor’s afirma que um novo rebaixamento da nota do Rio de Janeiro deve acontecer, com a expectativa de piora das finanças do Rio e do maior risco de atraso nos pagamentos da dívida.

Em junho, a agência Fitch rebaixou novamente a nota de crédito nacional do Estado do Rio de Janeiro a longo prazo. O Rio passou de A- para BB-, considerado mau pagador. Em maio, a nota de crédito nacional já tinha sido rebaixada de A para A-.

A Standard & Poors já tinha rebaixado a nota do município do Rio em fevereiro.

O grau de investimento é um selo de qualidade que assegura aos investidores um menor risco de calotes. A partir da nota de risco atribuída aos títulos de dívidas de países e empresas, os investidores podem avaliar se a possibilidade de ganhos (por exemplo, com juros maiores) compensa o risco de perder o capital investido com a instabilidade econômica local.

Alguns fundos de pensão internacionais, de países da Europa ou os Estados Unidos, por exemplo, seguem a regra de que só se pode investir em títulos que estão classificados com grau de investimento por agências internacionais.

FONTE: G1

EM MARICÁ, JAIME DO BOTINHO 55.193

EM ANGRA, CASÉ FERRAZZANI 23.193

Qual deve ser o impacto da Olimpíada para a economia do Rio?


Parque Olímpico, onde ocorreu a maior parte dos jogos durante a Rio 2016; segurança das arenas e fornecimento de energia elétrica foram custeados pelo governo federal

Apesar da atração de mais de 1 milhão de turistas que movimentaram, segundo a Riotur, cerca de R$ 4,1 bilhões durante os Jogos Olímpicos, os impactos econômicos do megaevento para a cidade e o Estado do Rio de Janeiro devem ser mínimos ou até mesmo negativos, de acordo com especialistas ouvidos pela BBC Brasil e o próprio governo.

Além disso, eles apontam para a possibilidade de que o Rio peça mais ajuda à União para pagar parte dos R$ 40,1 bilhões gastos com a Olimpíada em meio à crise econômica.

Em balanço divulgado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) e pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, na terça-feira, os Jogos foram avaliados como um "enorme sucesso".

Segundo os dados apresentados, 1,17 milhão de turistas passaram pelo Rio, sendo 410 mil estrangeiros, que gastaram em média R$ 424,62 por dia, e 760 mil brasileiros, com gasto médio diário de R$ 310,42.

A maioria dos estrangeiros veio de Estados Unidos (17%), Argentina (12%) e Alemanha (7%). Entre os locais, a maior parte dos visitantes é de São Paulo (43%), Rio Grande do Sul (9%) e Minas Gerais (7%). O movimento de bares e restaurantes, segundo os dados, cresceu 70% na Zona Sul do Rio, e a taxa de ocupação hoteleira fechou em 94%.

Apesar dos números, especialistas avaliam que o impacto econômico pode ser pequeno ou decepcionante.
'Efeito marginal'

"Para o país, apesar das cidades que receberam jogos de futebol, o efeito econômico positivo é muito marginal. Já no Rio pode haver um aumento de arrecadação de impostos com os gastos de turistas, mas são apenas duas semanas (de Olimpíada), é algo muito localizado e pouco significativo", diz Otto Nogami, professor de economia do Insper.

Já Pedro Trengrouse, especialista em Gestão, Marketing e Direito no Esporte da FGV, que foi consultor da ONU para a Copa, considera um erro buscar retorno econômico na Olimpíada.

"Procurar indícios de retorno econômico para justificar a realização dos Jogos é um equívoco, já que são impactos muito superficiais ou até negativos. Houve quatro feriados no Rio, com efeito brutal sobre a atividade econômica. Quanto a indústria e comércio perderam com isso? Na Copa registramos perdas no comércio e indústria com as paralisações", avalia.

Para ele, o megaevento deve ser encarado como uma grande festa.

"A festa foi feita, e gastamos para organizá-la. Agora, procurar retorno econômico da realização de uma grande festa é um equívoco, porque ele é muito marginal diante do que foi gasto", avalia.


Grupo assiste a queima de fogos do encerramento da Olimpíada do lado de fora do Maracanã; cidade recebeu 1 milhão de turistas, que gastaram R$ 4 bi
Arrecadação e feriados

Consultada pela BBC Brasil, a Secretaria de Estado da Fazenda do RJ diz que, diante do perfil dos gastos dos turistas, na sua maioria com o setor de serviços, o principal tributo impactado é o ISS, de arrecadação municipal.

A pasta diz que o ICMS pode ter tido arrecadação reduzida - assim como ocorreu na Copa, em 2014 - e pondera efeitos negativos sobre a economia.

"Para o Estado do Rio, a indústria é o principal setor em impacto no ICMS e, possivelmente, o setor industrial pode ter tido a atividade reduzida ou inalterada na Olimpíada, por causa dos feriados (decretados por conta dos Jogos). Apesar de haver impacto positivo dos turistas gastando dinheiro em restaurantes, bares e lojas, é importante observar e compensar os custos da redução da atividade econômica, por conta de engarrafamentos e feriados que ocorreram durante o evento olímpico", diz a secretaria em nota.

A secretaria diz que os impactos serão mais claros quando saírem os dados tributários de agosto e complementa que "do ponto de vista financeiro, devem ser considerados ainda os investimentos efetuados em obras e no metrô".

Já a Prefeitura do Rio disse à BBC Brasil que a expectativa é de que haja incremento na arrecadação de ISS no setor hoteleiro.

Apesar de não verem um grande efeito sobre a arrecadação de impostos, os especialistas avaliam que algumas das obras consideradas como legado (entre elas corredores de ônibus especiais, VLT, melhorias na cidade e a expansão do metrô) podem ter impacto econômico positivo, por se tratar de investimentos em infraestrutura a curto e médio prazos.


Expansão de linha de metrô pode trazer impactos positivos no longo prazo, como legado de infraestrutura
Custos, empréstimos e crise

Do total de R$ 40,1 bilhões estimados como orçamento dos Jogos, metade é de origem privada (cerca de R$ 23 bilhões), segundo a Autoridade Pública Olímpica.

O Comitê Rio-2016 arcou com R$ 7,4 bilhões apresentados como tendo 100% de origens privadas. Ao longo dos preparativos, no entanto, áreas que eram de responsabilidade do comitê, como segurança das arenas e garantia do fornecimento de energia elétrica no Parque Olímpico, foram repassadas ao governo federal. Ainda não há estimativas oficiais de quanto foi gasto pela União com esse serviço.

Além disso, o comitê recebeu R$ 270 milhões em verbas públicas para ajudar as cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada e agora pede mais R$ 270 milhões para "salvar" a Paralimpíada, gerando o que especialistas veem como um problema de gastos emergenciais, sejam eles custeados pelos cofres públicos ou por patrocínio de estatais (contabilizados pelo comitê como verbas privadas).

Se por um lado há crescentes aportes públicos na organização dos megaeventos, por outro há os empréstimos já contraídos pelos organizadores junto ao governo federal, sobretudo via BNDES.

A expansão da linha 4 do metrô, de responsabilidade do Estado do Rio, foi financiada pelo BNDES e está orçada em R$ 9,7 bilhões. O setor privado também contraiu mais de R$ 1 bilhão em empréstimos para a construção do Parque Olímpico.


Área externa do Parque Olímpico, onde ocorreram a maior parte das competições da Rio 2016

"São compromissos que terão que ser honrados. As empresas privadas precisam gerar receitas para pagar, senão a conta sobra para a União. E o Estado do RJ terá dificuldades em pagar estes empréstimos, considerando que já tem deficit de R$ 19 bilhões e está imerso em crise", diz Otto Nogami, do Insper.

Já a Prefeitura do Rio diz que não tem dívidas com empréstimos públicos por conta da Olimpíada e que os R$ 9,9 bilhões empregados no projeto do Porto Maravilha foram financiados por um fundo de investimento do FGTS, da Caixa Econômica Federal, a partir de títulos emitidos pela prefeitura.

Em nota à BBC Brasil, a Prefeitura diz que tem seu "endividamento sob controle", representando 31% de suas receitas. "Além disso, o município mantém seus pagamentos a servidores e fornecedores em dia", acrescenta.
'Quem vai pagar a conta?'

O governo estadual, que chegou a deixar de pagar salários de servidores e decretou estado de calamidade pública por conta da crise econômica, recebeu R$ 2,9 bilhões como doação da União às vésperas da Olimpíada.

"Quaisquer incrementos de arrecadação por conta dos Jogos e o próprio repasse recente do governo federal são apenas um alívio temporário para o Estado do Rio. A longo prazo, sem reformas previdenciárias e redução de custos com folha de pagamento, há grande chance de o Estado precisar de mais ajuda federal para honrar esses empréstimos", diz Carlos Ramirez, diretor de finanças públicas internacionais da agência de classificação de risco Fitch.

Para ele, o pior cenário para o Rio seria a manutenção do preço do petróleo em baixa e uma recusa da União em voltar a socorrer o Estado, o que aprofundaria a crise.

Para Nogami, a Olimpíada deve deixar como principal efeito positivo um "respiro momentâneo" na crise econômica com os aportes recebidos e a movimentação de turistas, mas a longo prazo os efeitos podem ser negativos.

"No país, retoma-se a crise política e continua o cenário de recessão, sem efeito benéfico dos Jogos. E no Rio, com o término do megaevento, resta saber quem vai pagar a conta da realização da Olimpíada", diz.

FONTE: BBC

GOVERNO DO ESTADO PODE PAGAR SALÁRIO DE AGOSTO NO TERCEIRO DIA ÚTIL DE SETEMBRO.

CREDITO ATE 3° DIA ÚTIL 

O pagamento do salário de agosto do estado pode sair até o 3º dia útil (5 de setembro) e não no 10º dia útil. A Secretaria de Fazenda informou ontem que "a intenção do governo é cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF)". A Corte decidiu em 15 de julho que o crédito deveria ser feito até o 3º dia útil do mês subsequente ao mês trabalhado.


SALÁRIOS DO ESTADO- AÇÕES NA JUSTIÇA 

O pedido da Fasp será baseado na liminar do STF e também em decisão da 8º Vara de Fazenda Pública, que determina o cumprimento da decisão do Supremo. Este mês, quando a folha de julho foi paga, o estado disse que creditaria os valores até o 10º dia útil e que aguardaria julgamento do recurso contra o pagamento no 3º dia útil.

SALÁRIOS DO ESTADO - PRESSÃO DA FASP 

A Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Rio (Fasp) já planeja pedir na Justiça a busca e apreensão da folha de pagamento de agosto do estado. O pedido deve ser feito até o dia 2 de setembro, para que, em seguida, no dia 5 (3º dia útil), a entidade entre com o pedido de arresto das contas do estado.

REPRODUÇÃO COLUNA DO SERVIDOR - JORNAL O DIA

Secretaria de Fazenda garante repasses ao Legislativo e ao Judiciário até o fim do mês


Segundo a Secretaria estadual de Fazenda, o repasse do duodécimo (parcela do Orçamento destinada aos Poderes) será feito até o fim do mês. A transferência depende da arrecadação do governo do estado.

Os entes do Judiciário (Tribunal de Justiça e Ministério Público) precisam do valor para arcar com suas folhas de pagamento, com débito no último dia útil do mês.

FONTE: EXTRA