sábado, 4 de julho de 2015

Seap vai convocar 453 aprovados em concurso

A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Eeap) vai convocar 453 candidatos aprovados no concurso público realizado em 2003, para preencher vagas de inspetores de segurança e administração penitenciária. De acordo com a pasta, a previsão é que os candidatos sejam chamados entre os dias 4 e 7 de agosto.
A convocação foi determinada por via judicial, em resposta a uma ação civil pública proposta pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP). O processo foi apresentado porque, durante a vigência do concurso de 2003, que tinha uma extensa lista de aprovados, o governo promoveu outra seleção, em 2006, chamando pessoas classificadas nessa nova disputa.
Durante a tramitação da ação, a Justiça entendeu que, apesar de os candidatos de 2003 integrarem um cadastro de reserva, o direito às vagas se consolidou no momento em que, dentro da validade do processo seletivo de 2003, aprovados no concurso seguinte foram convocados:
— Essas pessoas têm o direito de serem nomeadas. O sistema tem vagas. Apesar de aprovados, eles foram preteridos. Esperam há anos por isso e, depois de tanto tempo, a Justiça garantiu esse direito.
Antes de serem nomeados, porém, os candidatos terão que passar pelas etapas finais, que incluirão exame físico.



INFORME DO DIA


Fonte: ODia

Expulso do Psol, o deputado Cabo Daciolo procurou lideranças do PP. Disse que iria para o partido desde que lhe fosse assegurada a candidatura à presidência da República ou, no mínimo, ao Senado. Propôs também prender uns 400 coronéis do Corpo de Bombeiros.

Difamação  
A juíza Isabela Chagas, da 192ª Zona Eleitoral, condenou o blogueiro Ricardo Gama por crime eleitoral. Foi determinada multa de cinco salários mínimos a Gama, que, em 2010, acusou o então candidato a deputado estadual André Lazaroni de ter ligações com o tráfico de drogas da Rocinha.



O município de Casimiro de Abreu cancelou uma série de festas previstas para os próximos meses. Entre elas, o aniversário da cidade.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A QUEM REALMENTE INTERE$$A A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL?



REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENALA verdade será revelada. Aguardem.Juntos Somos Fortes. Nem um passo daremos atrás.Deus está no controle.
Posted by TV Daciolo on Sexta, 3 de julho de 2015

Especialistas condenam manobra e aprovação da PEC da maioridade penal

"Perdemos 27 anos de história da cidadania", resume porta-voz do Unicef

Jornal do BrasilPamela Mascarenhas
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) conseguiu aprovar o projeto de redução da maioridade penal um dia após a derrota do mesmo no Congresso, em manobra condenada por juristas, políticos e profissionais ligados à defesa dos direitos da criança e do adolescente. Na tarde desta quinta-feira (2), o assunto #AnulaSTF já estava em primeiro lugar nostrending topics do Twitter no Brasil e entre as primeiras posições no mundo. O Jornal do Brasil ouviu especialistas e políticos para repercutir a votação no Congresso. Além de denunciarem a ilegalidade da manobra da Câmara, eles voltam a reforçar a ausência de sustentação técnico jurídica do projeto, que ainda abre caminhos para uma criminalização ainda mais grave da pobreza neste país.
Mário Volpi, coordenador do Programa Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef), salientando que o posicionamento do Unicef desde o início desta discussão é de que se trata de um grande retrocesso, apontou para três instrumentos de proteção de direitos que ficam comprometidos com esse projeto -- a convenção internacional dos direitos da criança, a Constituição brasileira (porque além de mudar uma regra do jogo quebra um princípio de que o adolescente precisa ter um tratamento diferenciado do adulto), e a visão do conceito de adolescência presente no estatuto.
"É um retrocesso que implica no país voltar a uma situação que vivia antes da Constituição de 1988. Nós perdemos praticamente 27 anos de história da cidadania com uma decisão muito ruim em relação à proteção dos direitos de crianças e, especialmente, dos adolescentes", disse Volpi em entrevista por telefone.
"Tem um viés discriminatório nessa medida porque nós sabemos como funciona o sistema de justiça brasileiro", destaca Mário Volpi
"Tem um viés discriminatório nessa medida porque nós sabemos como funciona o sistema de justiça brasileiro", destaca Mário Volpi
Para Volpi, o Brasil precisa agora analisar cuidadosamente os procedimentos que forem tomados, para ver as medidas cabíveis do ponto de vista jurídico, em resposta à aprovação do projeto. Ainda existem dois passos no processo legislativo, uma votação no segundo turno e uma votação no Senado. "Nós vamos continuar dialogando com os parlamentares no sentido de mostrar que essa não é uma solução e, para além de não ser uma solução, ela tem um componente de agravar a situação dos adolescentes mesmo com as restrições que fossem feitas -- que não vão estar na mesma unidade de adultos, que é só para casos mais graves. Mas, mais importante é que ele quebra um princípio de direitos que garante uma proteção especial para adolescentes, precedente que pode ter implicações em outros direitos."
Questionado sobre o potencial ou o caráter de criminalização da pobreza que tem o projeto da Câmara, Volpi explica que há um viés discriminatório na medida. "Nós sabemos como funciona o sistema de justiça brasileiro. Nós ainda não consolidamos uma defensoria pública que garanta igualdade de condições para todo mundo se defender diante da lei. Então, obviamente que a justiça brasileira também reflete as desigualdades que existem no país. Então, a medida, sem dúvida, agrava essas desigualdades."
Karyna Sposato, consultora da Unicef e professora da Universidade Federal de Sergipe, chamou a atenção tanto para o descumprimento da Constituição Federal quanto para a propostas de atribuir penalidades a adolescentes de acordo com o crime cometido. Além disso, continua, só o fato da matéria ser aprovada mesmo após sua discussão já é um fato preocupante, que revela um descaso e desprezo com as regras democráticas. 
Atribuir um critério de imputabilidade para uma parcela de adolescentes a partir do tipo penal, do crime cometido, ela explica, do ponto de vista jurídico, é extremamente frágil. Existe uma consideração de ordem político-criminal de que a resposta punitiva do adolescente deve deve guardar uma coerência com a idade e a gravidade da infração. Todo o modelo jurídico brasileiro, inclusive, está ancorado nessa premissa.
"A gente tem uma regra de inimputabilidade, fundada em critério de idade, em critério etário, e esse é o modelo que, digamos assim, vigora na maioria dos países do planeta. Então, o que a proposta subverte, o que ela perverte na lógica constitucional, é que a partir do crime cometido pelo jovem ele vai ser considerado imputável. Isso é uma distorção porque o critério, que é um critério de idade, cai por terra e quem passa a operar é o critério do tipo de crime praticado. Tira qualquer fundamento lógico jurídico de política criminal. Essa regra realmente não tem sustentação técnico jurídica alguma", esclarece.
"Mesmo os países que adotam sistemas mais severos não criam uma regra tão frágil como essa", completou. O conceito de imputabilidade tem a ver com o reconhecimento de que em diferentes tempos da vida o indivíduo tem diferentes realidades, é diferente ser criança, adolescente, adulto e idoso. Isso vale não só no Brasil como o direito contemporâneo tem dado passos significativos nesse reconhecimento.
Para Karyna, o Brasil tem total autonomia para decidir seus rumos, mas tem que olhar também para as experiências internacionais e aprender com elas. "Por que a maioria dos países não adota essa solução? Primeiro porque reconhece que o adolescente tem uma realidade sociojurídica distinta do adulto, e por isso não poderia responder como adulto, e também que a questão da infração cometida tem um perfil de criminalidade de rua. Pode até se dar crime grave, mas a motivação original tem um fundo socioeconômico de exclusão, de marginalização."
O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) lembrou em conversa por telefone com o JB que o país tem 1,6 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos fora da escola. Colocar como essencial a redução da maioridade penal, acredita, é a visão onde" o banco dos réus predomina ao banco escolar". Ele ressaltou ainda que apesar do discurso favorável à medida sustentar que 80% ou mais de brasileiros querem essa redução, quase 100% dos brasileiros diria que a prisão não corrige nem ressocializa ninguém e confessaria desconhecer a diferença entre idade infracional e penal. 
"A gente precisa no Brasil, menos do que fazer novas leis, mudanças na Constituição, é fazer cumprir a Constituição e as leis já existentes", disse. "No mérito, há um grande equívoco, não vai reduzir violência nenhuma, infelizmente. E, no método, da votação, aí foi completamente espúria, irregular, inaceitável, porque a bancada apreciou uma mesma matéria duas vezes no mesmo ano, que dirá no mesmo dia, como aconteceu, e sem amparo regimental para a emenda que foi apresentada."
Para deputada Jandira Feghali (PCdoB), em entrevista por e-mail, também destacou que o projeto aprovado é inconstitucional. "É uma emenda aglutinativa, forjada na madrugada da derrota do primeiro texto, com o mesmo conteúdo morto. Não poderia ter sido levada à Plenário da forma como foi. Por isso que se abre uma grande discussão de impedir que esse descalabro continue."
A deputada acredita que o projeto, principalmente, abre precedentes para uma maior criminalização da pobreza. "O jovem negro da periferia, mas também os filhos da classe média serão atingidos." Ela aponta que as mortes de jovens nas favelas ou periferias pode aumentar de forma avassaladora, assim como a exploração e o tráfico sexual, aliciamento de menores, mortes no trânsito e publicidade da indústria de bebida e fumo destinada a esses jovens. 
"[A manobra de Eduardo Cunha] significa um enorme atropelo no rito regimental, na democracia do voto dado no dia anterior e das decisões que são feitas mediante o regimento interno da Câmara. É um absurdo que nós, comunistas, não iremos legitimar. É preciso resistir nos próximos passos, como o segundo turno da Câmara, o trâmite no Senado e, não por último, recorrer ao Supremo Tribunal Federal", afirmou a deputada.
Rita Freitas, professora da escola de serviço social e coordenadora do Núcleo de Pesquisa Histórica sobre Proteção Social da UFF, comentou em conversa por telefone que, além da questão de que a redução da maioridade penal em nenhum lugar do mundo teve os efeitos proclamados pelos defensores da medida, esta só deve atingir adolescentes pobres. 
"Se discute a maioridade penal mas não discute o que fazer efetivamente pra melhorar as condições dessas crianças, a culpabilização recai sobre as crianças, daqui para frente vamos ter que fazer creche em presídio, a experiência nos coloca isso", destacou. "Ainda hoje, apesar do eca falar em criança e adolescente, você vê ainda a nomenclatura 'menor', 'menor foi pego', 'menor realizou', que é o pobre, que não consegue chegar na escola, que os pais também não conseguiram. É o círculo da pobreza, vicioso e viciante."
Para Rita, a forma como o projeto foi aprovado é outra questão absurda, "um ataque fulminante, central, à democracia que estamos construindo há poucos anos". 
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em nota, disse que é grave o procedimento adotado pela Câmara dos Deputados ao levar para nova votação emenda aglutinativa idêntica à proposta reprovada pelo Plenário da Casa na noite de terça-feira. "Além da constitucionalidade material da PEC 171/1993 ser alvo de questionamento junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), a medida adotada pela Câmara fere o regimento legislativo e representa inconstitucionalidade formal à proposta."
Susto matinal
Artistas criticam projeto de redução e "manobra política esquisita" da Câmara
Artistas criticam projeto de redução e "manobra política esquisita" da Câmara
Caetano Veloso e Gilberto Gil, em vídeo divulgado nas redes sociais, se colocaram contra a PEC. "Hoje quando eu acordei eu vi que, embora não tivesse passado, numa manobra durante a madrugada na Câmara, passou a redução da maioridade penal. Eu sou contra", disse Caetano. 
"Eu também. Eu não vejo vantagem nenhuma, ao contrário, tem uma série de implicações novas que vão surgir com essa coisa da redução da maioridade penal. Não é um bom projeto e, aliás, houve uma manobra política esquisita e tal para aprovar, então somos contra", completou Gil. 
A nadadora Joanna Maranhão, detentora de vários recordes Sul-americanos, divulgou um vídeo pelo qual diz que não representará o Brasil Fundamentalista nos próximos Jogos Pan-Americanos. "Pensei bastante antes de fazer esse vídeo mas considero o desabafo necessário pra minha saúde mental. Estou a caminho do meu quarto campeonato pan americano mas não representarei esse Brasil que segrega e que não se compadece", escreveu a nadadora. 
"Já é a segunda vez que amanheço e tomo conhecimento dessas manobras criminosas que Eduardo Cunha tem feito no Congresso"
"Já é a segunda vez que amanheço e tomo conhecimento dessas manobras criminosas que Eduardo Cunha tem feito no Congresso"
"Já é a segunda vez que eu amanheço e tomo conhecimento dessas manobras criminosas que Eduardo Cunha tem feito no Congresso e eu sinto um desgosto muito grande, muito grande. (...) A gente sabe que no Brasil quem vai ser preso é menor de idade preto e de favela, o menor infrator de família bem resolvida e com grana não vai para a cadeia e não vai pagar pelo crime, tendo em vista aquelas pessoas que queimaram índio em Brasília falando que pensavam que era mendigo e um deles hoje é policial civil", disse em trecho do vídeo.
"Eu vou para o Pan-Americano, eu vou defender o meu país, mas eu não vou estar representando essas pessoas que batem palma para Feliciano, Bolsonaro, Eduardo Cunha, Malafaia. Não são vocês que eu estou representando. A torcida de vocês eu não faço questão nenhuma de ter."
Na madrugada anterior à aprovação do projeto na Câmara, o projeto foi derrotado por cinco votos. Na madrugada seguinte, alguns deputados mudaram de “não” ou “abstenção” para “sim”, caso de deputados do PSB, PMDB, PDT, PSDB, PROS, PTB, PV, SD, PHS, DEM, PPS, PSC e PP. Outros faltaram na primeira votação e votaram "sim" na segunda (PMDB, PP, PSC, PSDB, PMDB). Também teve casos de deputados que votaram "sim" na primeira e faltaram na segunda -- Francisco Chapadinha (PSD-PA); Francisco Floriano (PR-RJ); Genecias Noronha (SD-CE); Laercio Oliveira (SD-SE); João Carlos Bacelar (PR-BA); Mauro Lopes (PMDB-MG); e Wellington Roberto (PR-PB).
FONTE: JB

quinta-feira, 2 de julho de 2015

PARABÉNS BOMBEIROS!!!



Parabéns a todos os bombeiros por este dia tão especial.

Esperança, fé, espírito de luta, coragem, mas sobretudo, a benção de Deus! 

Juntos Somos Fortes. Nem um passo daremos atrás.
Deus está no controle.

Ministério da Defesa reconhece como válida a concentração de militares e envia representante para a frente do Congresso Nacional

MILITARES. Ministério da Defesa reconhece como válida a concentração de militares e envia representante para a frente do Congresso Nacional.

Na tarde dessa terça-feira cerca de 200 militares das Forças Armadas, em movimento inédito, se concentraram em frente ao Congresso Nacional. Não se pode dizer que foi uma manifestação, foi na verdade uma reunião onde representantes de vários grupos dentro (e fora) das Forças Armadas e vários políticos convidados por Daciolo tentaram chegar a um denominador comum sobre a pauta de reivindicações para os militares das Forças Armadas. 

A alavanca desse processo tem sido o deputado carioca Cabo Daciolo. Ele é bombeiro militar e filho de um oficial da Aeronáutica. Daciolo desde o inicio desse ano tem se reunido com vários grupos de militares no Rio e em Brasília para se inteirar dos problemas que ocorrem com a categoria, que ao longo dos últimos anos vem perdendo poder aquisitivo.

A Revista Sociedade Militar acompanhou as reuniões e testemunhou várias vezes o deputado dizendo que se os militares não forem par a rua, se não se unirem, as coisas permanecerão da mesma forma. Aos poucos os militares tem se disposto a participar dos movimentos e com isso Daciolo parece ganhar força.


A reunião em frente ao Congresso nacional começou pouco depois das 15 horas, o deputado se encontrou com os militares em frente ao Congresso Nacional. Entre os presentes estavam também ex-militares da Aeronáutica que lutam pela sua reintegração. Percebeu-se também a presença de lideranças como Ivone Luzardo e Genivaldo. Compareceram também ao local os deputados Cabo Sabino, Júlio Delgado, Ronaldo Lessa e Capitão Augusto.

O Deputado Cabo Sabino elogiou bastante o pessoal do QESA, disse que são persistentes e lutam mesmo por seus direitos. Ele disse também: “Eu acho que vocês deveriam pedir data base... ” .

O deputado Julio Delgado disse que vai tentar mobilizar sua bancada em favor da causa. Ronaldo Lessa, vice-líder do PDT, também declarou apoio.

Ontem, com a votação da redução da maioridade penal, a frente do Congresso estava bem confusa e a concentração de militares acabou não ganhando o destaque que certamente ganharia em um dia de movimento normal. Entretanto, fato importante e que deve ser ressaltado, mesmo Daciolo tendo convocado ATIVA e RESERVA para se fazerem presentes, o que ainda não é comum no país, o Ministério da Defesa enviou um representante, endossando a movimentação como algo perfeitamente legal.

O senhor José Guerra, que foi até o local por ordem de Jaques Wagner, disse algumas palavras com um megafone.


“o ministro já pediu para as três forças… pareceres atualizados a respeito da causa do QESA, QE, 2215… para que a gente não fique empurrando com a barriga… O deputado é nosso interlocutor nessa causa… ”

José Guerra disse ainda que Daciolo receberá planilhas e pareceres para o subsidiar nas demandas e para a reunião que será marcada para a próxima semana. Pouco depois do ato o deputado Daciolo informou que já foi agendada a reunião com o Ministro da Defesa para tratar dos seguintes assuntos: ” Pauta da reunião: 1- Reajuste Salarial das Forças Armadas 2- MP 2215 3- Reintegração dos Soldados Especializados da FAB 4- Promoção dos QE E QESA”

Revista Sociedade Militar / Imagens de Comissão QESA.

DACIOLO NO CONGRESSO

Selminha Sorriso?

Selminha Sorriso une a alegria da Avenida com a seriedade dos Bombeiros





Dona de um dos sorrisos mais cativantes do Carnaval carioca, Selma Rocha, mais conhecida como Selminha Sorriso, acumula experiências que vão muito além de ser porta-bandeira (campeã 2015, diga-se de passagem) da Beija Flor de Nilópolis. Há 13 anos, ela fora aprovada no concurso de recrutas do Corpo de Bombeiros, com direito a fazer flexões e bater continência. Segundo ela, o mais difícil, entre as tarefas do quartel, era engatar a seriedade da disciplina no rosto.
“Lembro que, certa vez, não consegui parar de rir quando me vi em fila com outros recrutas. Levei uma bronca e recebi uma pena. Praticamente decorei o Manual de Instrução de Salvamento”, diz a porta-bandeira sempre nota dez na Avenida.
O sonho de entrar para o Corpo de Bombeiros surgiu quando ela foi salva de um acidente de ônibus, com um grupo de sambistas.
“Estávamos viajando a trabalho pela Suécia quando o ônibus que estávamos capotou. Só lembro que vi um bombeiro descendo pelo teto do ônibus, que era o único local onde poderia ser feito o salvamento. Eu estava desesperada e o bombeiro foi um anjo. Me acalmou. Foi ali que eu decidi fazer o mesmo. Salvar vidas”, conta.
O ingresso para a Corporação levou 10 anos, até o Quartel do Rio abrir concurso para mulheres. Atualmente, Selminha trabalha na parte administrativa dos Bombeiros. Ela conta que aprendeu a dirigir ambulância no treinamento.
“Eu nunca dirigi uma viatura para algum chamado, mas tive treinamentos no quartel onde precisei aprender. Afinal, a gente nunca sabe quando será necessário”, revela.
E se surgir alguma emergência em pleno carnaval? Ela explica:
“Como trabalho com a parte administrativa nos Bombeiros, fico menos tensa com isso. Mas eu coração sempre aperta na Avenida. Não tem jeito”.
FONTE: Extra

Carreira única para Policiais e Bombeiros

Corre pelos corredores da Câmara dos Deputados uma Proposta de Emenda à Constituição, ainda sem número porque está na fase de coleta de assinaturas, que propõe regulamentar os requisitos de ingresso nas polícias militares e nos corpos de bombeiros militares.
O texto, que nos coloca INDEVIDAMENTE como um dos autores, estabelece que para o ingresso no cargo da carreira de Oficial Militar dos Estados será exigido o título de bacharel em Direito, além de outros requisitos previstos em lei. Não comungo com essa visão separatista. Quem me conhece sabe que defendo a CARREIRA ÚNICA para policiais e bombeiros, ou seja, todo aprovado em um concurso de NÍVEL SUPERIOR para policial ou bombeiro iniciaria como soldado e teria a chance, através das medidas convencionais de progressão na carreira, de chegar ao posto de Coronel.
Juntos somos fortes. Nem um passo daremos atrás.
DEUS ESTÁ NO CONTROLE!

FONTE: TV Daciolo

RAIOS ULTRAVIOLETAS A E B (PL 2178)



Acompanhem a tramitação do nosso Projeto de Lei, n° 2178 de 2015.

Os Bombeiros Militares na função de Guarda-Vidas, expostos diretamente às atividades solares, serão contemplados pela Lei 1.234, de 14 de novembro de 1950, e terão direito a:

a) regime máximo de vinte e quatro horas semanais de trabalho;

b) férias de vinte dias consecutivos, por semestre de atividade profissional, não acumuláveis;

c) gratificação adicional de 40% (quarenta por cento) do vencimento.

Um estudo realizado pelo serviço de Dermatologia do HCAP, do Eatado do Rio de Janeiro, na campanha de prevenção ao câncer de pele de 2012, atentou para um número enorme de Guarda-Vidas com lesões pré-cancerosas e suspeitas de câncer.

Juntos somos fortes. Nem um passo daremos atrás.

DEUS ESTÁ NO CONTROLE!

FONTE: TV DACIOLO

terça-feira, 30 de junho de 2015

Deputado Capitão Augusto quer jornada de trabalho de 120 horas para policiais e bombeiros.


O Deputado Capitão Augusto – PR/SP apresentou o PL número 2106/15 propondo jornada de trabalho de no máximo 120 horas semanais para os policiais e bombeiros, também pede que os dias em que os policiais e bombeiros trabalharem que forem feriados que recebam em dobro.
FONTE: POLICIALBR

Firme e forte...! Apoios a Daciolo


Hum..! Agora vai...! A propósito, a PEC foi apresentada pelo bombeiro/deputado Daciolo, para mudar o primeiro parágrafo da Constituição Federal e, escrever que o poder emana de Deus e não do povo, ta sendo assinada por muita gente que nem da bancada evangélica é. Entre as surpresas estão a assinatura de Bruno Covas, Rodrigo Maia, Marcus Pestana e Paulo Maluf. Até Paulo Pimenta, que foi colocado pelo PT na presidência da Comissão de Direitos Humanos, para fazer frente à bancada evangélica, assinou a proposta.

FONTE: WALTER BATISTA

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Em Portugal, Bombeiros profissionais pedem demissão da Ministra

Com a época dos incêndios a aproximar-se, a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) ameaçou neste domingo que está disposta a avançar para uma greve nacional, se a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, persistir em não se encontrar com os representantes do sector e a ouvir o que têm a dizer.

Mais de 200 bombeiros profissionais aprovaram, este domingo, por unanimidade, em congresso nacional, um pedido de demissão da ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, avisando que poderão optar pela greve.

     Mais de 200 bombeiros profissionais aprovaram este domingo, por unanimidade, em congresso nacional, um pedido de demissão da ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, avisando que poderão optar pela greve. 
     Os participantes no Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais (que inclui sapadores, municipais, de associações humanitárias e da força especial) consideram que o setor vive "constantes e graves problemas". 
     Perante o cenário, o Ministério da Administração Interna não tem sabido "zelar pelos direitos e interesses dos bombeiros", criticam, em comunicado. 
     A ministra, que ainda não recebeu a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, é acusada de "indiferença" face ao setor.  

Bombeiros exigem que a ministra os ouça 

     Anabela Rodrigues "não aplicou o que foi acordado pelo ex-ministro da Administração Interna [Miguel Macedo] e seu ministério, que se comprometeu a publicar o novo estatuto profissional". Ao mesmo tempo, "não aprovou o desbloqueamento das carreiras" e "não reconheceu o regime específico de aposentação para todos os bombeiros profissionais", refere o documento. Anabela Rodrigues também "não reconhece a atividade dos bombeiros como profissão de risco e desgaste rápido", lamentam. 
     No comunicado, os bombeiros avisam que, "se a ministra continuar a não [os] ouvir", pretendem "avançar para todas as formas de luta possíveis, incluindo uma greve nacional". A crítica estende-se ao primeiro-ministro, pela "inércia" e por não se preocupar "com a segurança das populações". Os bombeiros acusam o Governo de negar o financiamento necessário às câmaras municipais e de não desbloquear a progressão na carreira e o preenchimento dos quadros, destacando que "há uma enorme falta de efetivos para a prestação plena do socorro".

Ler mais em: Jornal Correio da Manhã