segunda-feira, 26 de junho de 2017

MESAC EFLAÍN E EQUIPE DA ABMERJ VISITA A REGIÃO SUL FLUMINENSE




Hoje, o presidente Mesac Eflain e equipe, estiveram na Região Sul Fluminense para participar de um café e bate-papo com companheiros Bombeiros, onde pudemos trazer alguns esclarecimentos e tirar algumas dúvidas sobre a luta e a conjuntura política atual no Estado. Foi muito gratificante ver, inclusive, companheiros saindo de serviço que não mediram esforços para nos recepcionar e se inteirar sobre os fatos que dizem a respeito de nossa categoria.


Agradecemos o empenho, carinho e atenção que foi destinado pelo grupo que se mostrou maduro e consciente em suas argumentações. Esse é o caminho: Olho no olho e nunca abandonar a luta, vamos em frente !



Na luta por direitos, nem um passo daremos atrás!!
Juntos somos fortes!!

AUTORIZADO CONCURSO PARA OFICIAL DO CORPO DE BOMBEIRO



Publicado no DOERJ do dia 22 de junho de 2017, autorização para abertura de concurso público de 50 vagas para o cargo de Cadete do 1º ano do Curso de Formação de Oficiais Combatentes no ano de 2017.


Fonte: DOERJ

domingo, 25 de junho de 2017

PARABÉNS AO 4º GMAR POR TER EM SEU QUADRO UMA EQUIPE DE ALTO NÍVEL

Hoje no 4º GMAR, Militares do DESTACAMENTO DE BM MILITAR 3/3 tiveram o prazer de receber os pais do pequeno Bernardo, que vieram Homenagear a equipe que lutou pela vida de seu Filho:


¨OS ANJOS EXISTEM. MAS DIFERENTE DO QUE IMAGINAMOS, ELES NÃO POSSUEM ASAS, NEM PODERES CELESTIAIS.

SÃO COMO NÓS, PESSOAS NORMAIS

O AMOR AO PRÓXIMO É O QUE OS TORNAM ESPECIAIS.

ESTES ANJOS ESTÃO SEMPRE PRONTOS A AJUDAR;

ESSES ANJOS SÃO MERECEDORES DE TODO O NOSSO RESPEITO;

POR MUITOS ELES SÃO CHAMADOS DE BOMBEIROS, MAS NÓS OS CHAMAMOS DE ...


... ANJOS¨


TENENTE BRUNA GONÇALVES
SUBTENENTE  DANILO
SARGENTO MATA
SARGENTO LILIANE
CABO CARMO





Parabéns aos bravos guerreiros que no dia 26 de março de 2017, tiveram uma atuação impecável, que com muito amor e dedicação e comprometimento, salvaram a vida de Bernardo.








¨Missão dupla o dever nos aponta:
Vida alheia e riquezas salvar¨


EM MEIO À CRISE, BATALHÃO DE CHOQUE PODERIA PATRULHAR AS RUAS.



Batalhão especial têm 931 PMs que ficam aquartelados quando não estão atuando em manifestações ou em apoio a operações em comunidades.




“O batalhão de Choque é a unidade reservada ao controle de distúrbios civis. Mas, em 1976, quando fui aspirante na unidade, e até para a tropa não ficar ociosa, nós realizávamos diariamente patrulhamento nas ruas da cidade. Eles deveriam patrulhar para aumentar a segurança na cidade”, disse Lopes.

Além de ficar aquartelados, os policias do Choque têm uma escala em que trabalham um dia para folgar três. Ou seja, dos 931 homens, somente 25% dos agentes trabalham diariamente. E, ao contrário da maioria do restante da corporação, das suas 425 viaturas nenhuma encontra-se em manutenção.
Apesar do efetivo ser poupado de áreas de patrulhamento, a unidade sofre com as consequências da crise financeira, assim como o restante da corporação.

De acordo com o Ministério Público, há na unidade 140 agentes trabalhando internamente no batalhão e há falta de armamento considerado de menor letalidade. “A unidade não dispõe de estoque de armas para mais de um evento crítico”. Ou seja, para mais de uma manifestação, por exemplo.

A conservação do prédio foi avaliada por promotores como “péssi
ma” e havia riscos de desabamento. “Devido ao tempo, o desgaste é grande e o local necessita de muitos reparos”.

“Deveria haver uma revisão do emprego do choque. Atualmente, o efetivo é mais empregado para operar nas áreas de UPPs, que já não funcionam”, opinou Lopes.
Procurada, a Polícia Militar não se pronunciou a respeito do assunto.

Fonte:  ODIA

Alerj vai debater penúria na polícia

Série do DIA sobre dificuldades na operação com a crise ajuda a pautar audiência pública esta semana.





Rio - Na quinta-feira será realizada audiência pública na Comissão de Segurança da Alerj para debater os dados apresentados na primeira parte da série do DIA ‘Rio Sem Polícia’, que, no decorrer da semana, mostrou como a crise financeira tem atingido a Polícia Militar. Promotores e a cúpula da Segurança serão chamados.


Atualmente, o efetivo da corporação é 60% do considerado ideal para realizar um policiamento eficiente nas ruas. Além disso, há 4.000 concursados aprovados, mas o governo diz que não possui verba para contratá-los. Sem dinheiro em caixa, as viaturas estão com manutenção precária. Quase quatro a cada 10 carros da PM estão ‘baixados’. O DIA mostrou que de, 2.657 carros policiais, 990 encontravam-se parados, à espera de reparos, em maio.

Comandantes recebem ajuda de custo de R$ 1.000 mensais para negociar com oficinas os consertos.

Apesar do investimento de R$ 44 bilhões na Secretaria de Segurança desde 2007, mais do que qualquer outra pasta, o arsenal da Polícia Militar encontra-se defasado. Em vistoria recente, o Ministério Público constatou que somente 12 de 39 batalhões possuem armas suficientes e prontas para uso.

Além disso, 22 unidades dependem de doações como legumes, frutas e vassouras. Na próxima semana, O DIA pretende abordar os problemas humanos e técnicos nas delegacias da Polícia Civil. 

APRENDENDO COM A CRISE

Em grande ou pequena escala, a história tem nos revelado que avanços tecnológicos e culturais são movidos por desafios. Nas situações de dificuldade, saímos da zona de conforto e procuramos alternativas para atender às demandas da sociedade.

CEL WOLNEY DIAS FERREIRA,comandante-geral da PM

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro vive hoje num desses momentos de turbulência. A grave crise financeira e econômica do estado vem impactando fortemente a nossa missão de assegurar, 24 horas por dia, a segurança de todos os cidadãos. Sofremos, assim como outros setores da administração pública, os efeitos da queda da capacidade de investimentos em recursos humanos e materiais.


Num cenário ideal, a Polícia Militar deveria contar com 60.471 homens, 15.042 a mais do que o nosso efetivo atual: 45.429 policiais. Para citar outro número relevante, a crise nos levou a retirar das ruas 500 homens por dia, que eram remunerados graças ao programa RAS — Regime Adicional de Serviço. Temos lutado também com muito sacrifício para manter nossas viaturas em operação.


Contudo, não podemos esmorecer diante do quadro de restrições financeiras. Estamos trabalhando duro, tanto no plano operacional quanto no plano de planejamento, para dar as respostas à expectativa da população do nosso estado. Recentemente, remanejamos a escala de serviço de unidades do Norte Fluminense, possibilitando a vinda de 200 homens para reforçar batalhões da Baixada Fluminense e de São Gonçalo.

Estudos para ações semelhantes estão sendo realizados pela Coordenadoria de Assuntos Estratégicos (CAEs). Nessa mesma linha de racionalizar o policiamento ostensivo, temos feito parcerias muito produtivas com guardas municipais e forças federais de segurança.


Para superar as diferentes dificuldades materiais, temos recorrido à formação de parcerias público-privadas, como o convênio com o Sindicarga para recuperar blindados da corporação.

Na entrada do quartel do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), há uma frase que ilustra o espírito de toda a nossa Corporação: “Não pergunte do que somos capazes. Dê-nos a missão”. Tenho muito orgulho de comandar homens e mulheres que estão ultrapassando com fibra e coragem os obstáculos desse período tão crítico da economia do nosso estado. 


A crise será superada em breve. E nós, por termos aprendido com as dificuldades, estaremos em outro patamar de qualificação profissional.



Fonte: O DIA









sexta-feira, 23 de junho de 2017

Justiça valida concurso deste ano para a PM do Rio e a chamada de 42 aprovados

Cerimônia de formação de oficiais na Academia de polícia Militar do Rio de Janeiro


O Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), atendendo ao mandado de segurança impetrado pela Procuradoria Geral do Estado do Rio (PGE-RJ), considerou válido o concurso realizado em 29 de janeiro deste ano para o ingresso na Escola de Formação de Oficiais da Polícia Militar. A decisão tornou legal a admissão dos 42 candidatos classificados no exame que reuniu 3.386 inscritos.


Às vésperas da realização do concurso, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) conseguiu mandado de segurança que determinou a suspensão da prova marcada para o dia 29 de janeiro.

A argumentação do TCE foi que o concurso deste para a Escola de Formação de Oficiais, ao contrário dos anteriores, passou a exigir o bacharelado em Direito. O tribunal entendeu que a exigência seria inconstitucional. Em razão do impedimento, a PGE-RJ impetrou mandado de segurança contra esse ato do Presidente do TCE, obtendo do Plantão Judiciário, na véspera da realização da prova, liminar que garantiu o prosseguimento do concurso.

O Procurador do Estado responsável que caso argumentou que outros estados já adotaram essa exigência que, segundo ele, “colocará em prol da população profissionais melhor qualificados, que exercerão suas funções com o necessário e superior conhecimento técnico”.


Fonte:  EXTRA

quarta-feira, 21 de junho de 2017

FALA MESAC - SUSPENSÃO DAS ASSOCIAÇÕES E REUNIÃO COM OGOVERNADOR

 
Mesac fala da *Liminar do TJ*, em favor da *Procuradoria geral do estado*, que *suspende as Associações de PMs e Bombeiros*.

JUSTIÇA SUSPENDE ASSOCIAÇÕES DE POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS

Bombeiro no Rio de Janeiro




A Procuradoria Geral do Estado conseguiu, na segunda-feira (19), uma liminar suspendendo os efeitos da lei 2649/1996, que garante o direito de associação a servidores públicos militares — ou seja, a PMs e a bombeiros.

Por maioria, os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) avaliaram que a competência para tratar do assunto é do Poder Executivo e não do Legislativo.

Sindicalismo

Os desembargadores também entenderam que a lei, de iniciativa do deputado Carlos Minc (sem partido), estabelece, para o servidor militar, garantias semelhantes à dos dirigentes sindicais durante o exercício de mandato em associações, clubes e demais entidades de classe.
E que afronta o estabelecido pelas Constituições federal e estadual: elas admitem apenas, para militares, a associação de caráter não-sindical.


Curioso...



O estranho é que a lei está em vigor há 21 anos! E é contestada agora, justamente quando a Polícia Militar vê os seus homens morrerem quase todos os dias (já foram 81, desde janeiro). E que os salários estão atrasados.

Grande senso de oportunidade!



Fonte:  Extra

domingo, 18 de junho de 2017

Mesmo com dinheiro devolvido pela União, Pezão não dá prazo para pagar salários

Governador aguarda o volume de receitas para anunciar calendário



A decisão do Supremo Tribunal Federal de ordenar a devolução de R$ 109,5 milhões, por parte da União, ao estado do Rio, foi tratada com cautela por Pezão. Ao comentar se o valor vai ajudar a bancar o que é devido sobre os salários de abril, o governador preferiu aguardar a chegada do dinheiro.

— Vamos ver quando o dinheiro chegar. Garanto que a prioridade é pagar os salários — limitou-se a dizer.

Na última sexta-feira, o estado pagou R$ 700 a mais de 207 mil servidores que ainda aguardam o valor total do salário de abril. Este grupo, somado a outras categorias como a Fazenda e Planejamento, cobra, também, o salário de maio.


Fonte: EXTRA

A cara da crise: servidor precisou vender latinhas para bancar passagem ao trabalho

Jorge dos Santos Moura catou latinhas






Em busca de força para enfrentar os três meses de salários atrasados, Jorge dos Santos Moura, segurança estatutário da Universidade do Estado do Rio (Uerj), faz o possível para sobreviver ao dia a dia. Neste um ano de calamidade pública no Rio de Janeiro, o bom carioca, como ele bem diz, tem deixado “a vida levar”. Além dos bicos em serviços gerais e segurança, Moura já precisou vender latinhas de alumínio para bancar os quase R$ 20 de gastos diários com a passagem de Sepetiba, onde mora, até a Uerj, no Maracanã. O segurança não esconde também que já contou com a ajuda de outros servidores para colocar comida na despensa.


— Busquei as cestas básicas entregues pelo movimento dos servidores no fim do ano passado para ter o que comer no Natal e no Ano-Novo. Diante do atraso do salário e da promessa não cumprida de pagamento, banquei a passagem de ida e volta com R$ 20 que consegui vendendo latinhas — disse o segurança, de 65 anos.


A ajuda a que Moura teve acesso já “alimentou” a esperança de milhares de servidores. Entre dezembro e fevereiro, o Movimento Unificado dos Servidores (Muspe) ofereceu 5 mil cestas básicas a servidores sem salário. Ao todo, foram 120 toneladas de alimentos doados. Em função do atraso atual dos salários, a campanha será retomada.


Para o especialista em Direito Público Jerson Carneiro, nada foi feito neste um ano de calamidade para mudar o rumo do estado:

— Seguem mantidas condições das crises fiscal, política, econômica e moral sob a qual se encontra o Rio.




Fonte: EXTRA




Efetivo da Polícia Militar é 60% do considerado ideal no estado

Dado é do relatório do Conselho Nacional do Ministério Público obtido com exclusividade pelo DIA







Dados do Conselho Nacional do Ministério Público obtidos pelo DIA apontam, em números, o que é possível observar pelas ruas do Rio, onde se vê pouco patrulhamento em meio a um cenário de crescimento vertical da criminalidade e de sensação de insegurança. Atualmente, o efetivo de policiais militares no estado está 40% abaixo do ideal.


A conclusão foi feita a partir do relatório das inspeções realizadas em maio por promotores nas 39 unidades responsáveis pelo policiamento em bairros e municípios. Hoje, há 21.516 PMs nos batalhões. O Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE), diretriz da própria corporação que leva em conta o número de habitantes e a mancha criminal, afirma que o ideal seria um total de 36.206 agentes para oferecer um patrulhamento eficiente.


Para piorar a situação,nos últimos seis meses a PM perdeu 325 policiais. Entre as causas para a redução de efetivo estão os agentes feridos, licenciados, aposentados e mortos. Somente este ano 81 policiais militares foram assassinados. 


Dos 39 batalhões, 35 estão com déficit no número de policiais. Duque de Caxias, Méier, Tijuca, Rocha Miranda e Irajá são as cinco unidades com a maior disparidade entre o QDE e o contigente existente em seus quadros — todas as áreas tiveram aumento nas taxas de criminalidade. A cidade de Caxias, por exemplo, teve o segundo maior índice de mortes violentas no primeiro trimestre deste ano, com 845 casos, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP). O município deveria ter 1.690 policiais, mas possui 781 no seu efetivo, ou seja, menos 909 agentes. Entre os seus policiais, 485 realizam patrulhamento, divididos em escalas. 


Para o major Ivan Blaz, porta-voz da corporação, o número deficitário de policiais explica o aumento da criminalidade. “A perda de efetivo, compromete o policiamento na rua e coloca em jogo justamente o policiamento preventivo. Ao constatar o número menor de policiais, o criminoso arrisca uma ação. A polícia é acionada quando o crime já está acontecendo. Em resumo: aumenta o número de confrontos e o número de policiais e civis feridos. Isso se reflete na letalidade violenta”. 


O comandante do 15º BPM (Caxias), coronel Sérgio Porto, não comentou a falta de efetivo. Mas confirmou dados que apontam a ação policial frente ao crime já realizado. “Neste ano, somos o batalhão da Baixada com o maior número de apreensões de fuzis. Também temos números expressivos em prisões, apreensões de armas de pequeno calibre, de motos e de drogas”. 


A população sofre as consequências. “Vim ao Rio em 2013 e havia policiamento. Agora, a cidade mudou. Não estou vendo policiais na rua”, lamenta o paulista Erick Colombo, 27 anos, engenheiro, que estava no Rio ontem. “Fui assaltada no Arpoador, às 10h, com uma amiga francesa. O menino puxou meu cordão. Gritei e... ninguém...nenhum policial. Fiquei com vergonha da estrangeira”, conta Carolina Bastos, 31 anos, administradora. Ela evita passar na Autoestrada Lagoa-Barra à noite e na Linha Amarela devido à falta de policiamento na via. Morador de Irajá, o aposentado Ivo Santos, 70 anos, diz que é raro ver policial perto de sua casa.

Nem todas as unidades possuem um efetivo menor do que o ideal. Campos de Goytacazes tem um excedente de 355 agentes em relação ao seu QDE. Outras duas unidades possuem mais agentes, mas não chegam nem perto do índice de Campos. Nova Friburgo tem dois policiais a mais e, Cabo Frio, 12. Macaé tem o número ideal.

Em maio, o comandante-geral da corporação, coronel Wolney Dias, determinou a transferência de 40 PMs da unidade de Campos para reforçar o Rio. No entanto, a Justiça determinou o retorno dos agentes. A crise financeira agrava a situação. O governador Luiz Fernando Pezão disse que tem 4 mil policiais para serem admitidos, mas falta verba. Como O DIA já mostrou, o corte do Regime Adicional de Serviço (RAS) tirou das ruas 500 PMs por dia e, em 2016, 1.841 saíram. 


O POVO FALA 

Carolina, Elisabete e LázaroCleber Mendes

“Mudei hábitos por falta de segurança. Não pego a Autoestrada Lagoa-Barra à noite. Nem pego mais a Linha Amarela. Não tem policiamento”

Carolina Bastos, administradora, 31 anos,mora na Barra 

“Me privo de sair de casa, pois, quando estou na rua, não vejo policiais. Já fui assaltada. Minhas filhas toda hora têm os celulares roubados”

Elisabete Sicupira, 64 anos, psicopedagoga, de Ipanema 

“Dois garotos apontaram as armas e roubaram meu HB20. A polícia 
não pode estar concentrada em apenas um lugar. Tem que circular

Lázaro Ramos, 70 anos, policial militar aposentado




Fonte: O DIA