sexta-feira, 21 de julho de 2017

Igreja vai lançar campanha de arrecadação de doações para servidores públicos estaduais

Medida foi anunciada pelo arcebispo do Rio, cardeal dom Orani Tempesta, em encontro com sindicalistas. Dioceses do interior terão polos de coleta de donativos.

O arcebispo dom Orani Tempesta explica a sindicalistas que abrirá paróquias para receber doações para  servidores do RJ (Foto: Alessandro Ferreira)


A igreja vai se engajar na campanha de arrecadação de doações para os servidores públicos estaduais. Em reunião realizada na noite desta quinta-feira, na sede da Arquidiocese, o arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, se comprometeu a abrir as paróquias para coletar mantimentos. Desde sábado (15), o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe) já distribuiu cerca de 1.300 cestas básicas a pessoas que enfrentam dificuldades por causa de atraso de salários.


"Precisamos da ajuda da Igreja por sua força e penetração na sociedade. O Muspe já arrecadou mais de 1.300 cestas básicas, mas são mais de 200 mil servidores sem salário", ressaltou o coordenador do Muspe, Ramon Carrera, segundo quem na semana passada, mais de 100 pessoas foram ao SindJustiça e saíram de mãos vazias, porque as cestas básicas acabaram antes.


No encontro, representantes de diversas categorias lembraram que, para alguns, que têm famílias maiores, uma cesta às vezes não dura nem uma semana. Isso é mais sentido nas famílias de aposentados e pensionistas, que muitas vezes são responsáveis pelo sustento da casa.


Atualmente, o único polo de arrecadação de doações do interior é em Campos, no Norte Fluminense. Dom Orani se comprometeu a levar o apelo dos servidores às outras dioceses do estado.


O estado de calamidade financeiro é a maior tragédia já vivida pelo estado, na opinião do tenente Mesac Eflain, do Corpo de Bombeiros. "Já houve suicídios, mas temos evitado falar disso para não induzir outras pessoas a essa medida desesperada", afirmou.


"Queremos que vocês saibam que não estão sozinhos nessa luta. A Igreja é solidária e podem contar conosco, é nossa missão ajudar os mais necessitados", afirmou Dom Orani, que sugeriu iniciar a campanha de arrecadação imediatamente.


"A pessoa acostumada a ter seu salário sente dificuldade em receber doações. Sabemos que nosso povo está mais pobre e não pode doar como em outras épocas, mas mesmo assim vamos lançar a campanha", afirmou o cardeal.



"É preciso que o Muspe tenha um representante em cada uma das 10 dioceses do estado, para ajudar na coleta das doações. Recursos da conta de emergência da Cáritas também serão usados para comprar mantimentos", afirmou o diretor da Cáritas, cónego Manuel Monangão: a conta também será usada para receber doações em dinheiro.


O bispo auxiliar da Arquidiocese, dom João Portella, destacou o que vê como características positivas da mobilização dos servidores em meio à crise.


"Calamidade não isolou vocês uns dos outros, o mal não tomou conta de vocês. Não percam a sensibilidade e o senso de unidade: há muita coisa a ser feita", disse o bispo.


"Não importa a religião ou a ideologia, saibam que aqui é a casa de vocês também e que somos todos irmãos. Contem conosco, ajudaremos com muita alegria", ressaltou dom Orani.


No fim da reunião, encerrado com um Pai-Nosso, houve spaço até para risadas: um servidor disse que, logo após o anúncio da reunião entre servidores e o arcebispo, o governo do estado anunciou que pode quitar os salários já em agosto. "Se é assim, então venham sempre", brincou o arcebispo do Rio.


Fonte: EXTRA

Presidente da ABMERJ, em reunião do Muspe na Arquidiocese, se dirige ao Arcebispo Dom Orani Tempesta, solicitando ajuda da igreja, nas doações de alimentos para doações de cestas básicas aos servidores flagelados pela calamidade pública financeira, que estão sem salários.




MUSPE- Nota Oficial


Campanha de Doação de Alimentos: Reunião do MUSPE com o Arcebispo Cardeal Orani João Tempesta



O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais reuniu-se na noite de 20 de julho com o Arcebispo Cardeal Orani João Tempesta, o Cônego Manuel Manangão e o Bispo Auxiliar Dom Joel Portella, para pedir ajuda da Igreja Católica na campanha de doação de alimentos aos servidores, organizada pelo MUSPE.
O encontro foi muito proveitoso, e dará grande fôlego à campanha, tanto na arrecadação quanto na possibilidade de abrir mais pólos no interior.
Ficou decidido que a CNBB fará o lançamento dessa parceria na Rádio Catedral, recomendando a doação para os pólos já existentes. Na próxima semana, no folheto da missa, "Testemunho de Fé", a campanha de doação será anunciada.
O Arcebispo e seus auxiliares ressaltaram a solidariedade e o espírito de união dos representantes presentes ao encontro, com as seguintes palavras:
"Se a calamidade tomou conta de nós, não tomou conta de nossos corações".
MUSPE - Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais





Servidores do Estado terão reunião com o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta

Sem salário, servidores fazem fila para conseguir cestas básicas

Está marcada para esta quinta-feira, às 19h, na Glória, uma reunião entre os líderes do Movimento Unificado dos Servidores (Muspe) e o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta. O encontro foi marcado após o interesse demonstrado pela arquidiocese diante do sofrimento dos servidores sem salário, e a campanha de doação de cestas básicas.
— Não podemos antecipar como poderão nos ajudar, mas a tendência é que a Igreja se una a nossa causa dos servidores sem salários. Muitos servidores estão sem condições de pagar suas contas, estão sendo despejados, com dificuldades para comprar alimentos. Só poderemos ter certeza de como eles poderão ajudar após a reunião. Mas, a princípio, vamos mostrar esse sofrimento dos servidores — disse João Luiz Rodrigues, um dos líderes do Muspe.
A reunião do movimento como Dom Orani está marcada para às 19h

A assessoria de Dom Orani Tempesta confirmou a reunião e disse que o encontro foi combinado, na noite desta quarta-feira. E o objetivo da reunião é tentar saber quais serão os próximos passos dados pela igreja para ajudar o movimento.
“Nos compadecemos de tudo o que está acontecendo. São homens, mulheres, chefes de família, com filhos e contas a pagar. Queremos escutá-los, ouví-los pra saber de que forma a Igreja pode ajudar a amenizar toda essa situação", disse Dom Orani, por meio de nota.
Desde o último sábado, uma grande campanha para a doação de cestas básicas movimentou centenas de servidores. Foram três dias de entradas, com alguns funcionários tendo de esperar por mais de duas horas na fila para receber alimentos e itens básicos para sobrevivência.

Fonte:  EXTRA



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Doações de cestas básicas a servidores seguirá até que os salários estejam em dia




O Movimento Unificado dos Servidores (Muspe) seguirá, com a campanha de doação de cestas básicas a servidores que estão com seus salários atrasados. A próxima retirada na sede da Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio (Colpol) será no dia 26/07 - quarta feira (Rua 7 de setembro, 141 - 2ª andar), a partir das 9h. Nesta terça-feira, dezenas de servidores fizeram fila em frente a sede do Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ).

Representantes de entidades ligadas à Segurança Pública comunicaram que as doações serão feitas até a quitação integral dos salários. Líderes dos bombeiros, agentes penitenciários, policiais civis e militares, e dos servidores do Degase reforçaram o pedido por ajuda aos que podem contribuir. Tudo o que for arrecadado será repassado aos mais necessitados.

O Muspe reforçou que os interessados em retirar uma cesta básica devem levar identidade e contracheque. A campanha começou no último sábado.




Fonte: O GLOBO

Saiba como doar alimentos para as cestas básicas dos servidores do estado

Donativos são distribuídos a cada 15 dias para os ativos, inativos e pensionistas


Sem receber os salários em dia, muitos servidores dependem das cestas básicas que estão sendo distribuídas em uma ação organizada pelo Movimento Unificado dos Servidores Estaduais (Muspe). Quem quiser, pode ajudar com doações de alimentos, que são distribuídos para cada grupo de servidores de 15 em 15 dias. Portanto, quem recebeu cesta básica no sábado, só receberá outra daqui a 12 dias.

Para doar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, macarrão, farinha, fubá, sal, açúcar, leite em pó) basta entregar os itens, de segunda a sexta-feira, no Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), na Rua Evaristo da Veiga 55, 7º andar; na Coligação dos Policiais Civis (Colpol), na Rua Sete de Setembro 141, 2º andar; no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sind-Justiça), na Travessa do Paço 23, 13º andar; e também na Universidade do Estadual do Norte Fluminense (Uenf), na Avenida Alberto Lamego 2.000, no Parque Califórnia, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.



Nesta terça-feira, os servidores voltaram a fazer fila no Sepe, na Rua Evaristo da Veiga, para conseguir garantir uma cesta básica. A fila começou a ser formada às 5h, com a chegada do aposentado Antônio Dênis de Souza, de 70 anos. Ele trabalhou durante 36 anos como técnico de enfermagem no Iaserj (Instituto de Assistência aos Servidores do estado). Quem estava organizando a fila na entrada do prédio na sede do Sepe era a auxiliar de enfermagem aposentada Mariá Casa Nova, de 66 anos, representante do Muspe. Ela era uma das mais indignadas com a situação dos servidores e chegou a querer juntar um grupo para ir até Penedo protestar contra Pezão.

— Pensei que eu fosse me aposentar e ter dignidade. Pensei que chegaria na sexta-feira, no sábado e pegaria no braço do meu velho e fossemos para um cinema, para o teatro, mas o governo tirou esse direito. Meu sofrimento, como o de todos os aposentados, triplicou agora em 2017 porque nós estamos passando fome, necessidade. Ontem, cheguei em casa, e cortaram o meu telefone. Minha luz já está cortada. Estou vivendo com doações dos meus amigos. Hoje é mais um dia de pedir, de implorar para que isso não aconteça mais com os meus amigos — reclamou Mariá.

Nesta quarta-feira, outro grupo de servidores aposentados receberão as cestas básicas na sede da Coligação dos Policiais Civis (Colpol), na Rua Sete de Setembro. Já na sexta-feira, servidores poderão retirar doações na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), em Campos dos Goytacazes. No sábado, o polo de distribuição será no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Rio (Sindjustica). A retirada de cesta básica ocorrerá sempre entre 9h e 15h.

Fonte  : O GLOBO

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Arlindinho faz compras com servidora que cantou jazz em fila de cesta básica

Arlindinho e Marilza fazem compras em supermercado

O vídeo da servidora aposentada do Estado do Rio Marilza Apparecida, de 79 anos, cantando jazz no fim da fila de distribuição de cesta básica, neste sábado, chegou ao filho do cantor Arlindo Cruz, o Arlindinho. A cena, flagrada pelo EXTRA, já foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais. Hoje, o músico postou uma foto ao lado da senhora, que ficou sem a cesta, com um carrinho de mercado cheio de compras.



Essa é dona Mariusa , Cantora e PROFESSORA do estado do Rio de Janeiro , que enfrentou uma fila pra arrumar uma cesta básica , não consegiu e ainda sim não deixou de cantar , pra mim ela representa o verdadeiro espírito de nós cantores , podemos não ter o que comer mas teremos sempre o que cantar. Estado eu fiz o seu papel esse mês aqui com a dona Mariusa , espero que essa situação se normalize quanto antes , pois muitos idosos estão passando dificuldades extremas. Ela canta em alguns bares , e casas de shows tem uma voz linda , canta samba , bolero e até internacional quem quiser contratar eu super indico 2531-7509. Vamos praticar o bem.
4,2 mil
775
341



"Enfrentou uma fila pra arrumar uma cesta básica, não consegiu e ainda assim não deixou de cantar, pra mim ela representa o verdadeiro espírito de nós cantores , podemos não ter o que comer mas teremos sempre o que cantar" postou Arlindo Domingos da Cruz Neto, que estava voltando de São Paulo quando viu a notícia, na qual Marilza contava que estava com a geladeira vazia. Ela está entre os cerca de 200 mil servidores do Estado do Rio que estão com salários atrasados.
Arlindinho saiu do Aeroporto Santos Dumont, na manhã deste domingo, diretamente para a casa da professora, no Centro. De lá, seguiram para o supermercado, onde ele deixou Marilza à vontade para escolher o que quisesse, conta:
- Vi a matéria e fiquei realmente tocado com essa situação. Minha família é de músicos, sei quão difícil é essa vida, e ela ainda é professora! Eu chorei muito, fiquei de coração partido. Mas ela pegava só um saco de feijão, um franguinho, olhava o preço. E eu 'pelo amor de Deus, pega as coisas direito' (risos).
Arlindinho ainda convidou a cantora para participar de um de seus shows mensais no Beco do Rato, casa de samba na Lapa. O próximo será em 10 de agosto.
- Postei a foto justamente para que quem tivesse uma casa de show ou bar pudesse levá-la para se apresentar. Ela foi cantando durante todo o caminho para o mercado, canta muito bem, tira onda! E não quer receber ajuda, quer fazer shows e que a situação no estado se regularize. O mais bacana foi isso, ela falava o tempo todo 'Eu só quero cantar'. Mas ao falar da situação dos servidores ela se emocionou e chorou muito - conta, também emocionado.


Fonte:  EXTRA

MUSPE distribui cestas básicas para servidores do Estado com salários atrasados



Uma delas foi a professora Marilza da Conceição Apparecida, de 79 anos. Aposentada desde 1985, ela conta que nunca viveu uma crise financeira tão grande como a que está enfrentando atualmente. Para conseguir sobreviver, a idosa diz que precisa colocar em prática um outro dom: o de cantora.



— Hoje estou com a minha vida financeira completamente acabada. A minha sorte é que moro em um apartamento próprio, que consegui comprar com meu trabalho como cantora. Mas quem olha a minha despensa ou a geladeira até se assusta. Para se ter uma ideia, estou conseguindo me alimentar porque uma amiga me emprestou R$ 200. Nunca imaginei que fosse viver nessa dificuldade. Consigo tirar um dinherinho quando me contratam para cantar em algum evento, mas até isso está se tornando difícil — conta Marilza, que trabalhou como professora de matemática e ciência em colégios estaduais da Baixada Fluminense.





Uma das primeiras a chegar no local, a educadora social Dijacen Silva, de 57 anos, que trabalha na Faetec de Quintino, na Zona Norte do Rio, disse que está afundada em dívidas e se sentiu aliviada por conseguir pegar alguns quilos de alimentos.

— Estamos enfrentando uma situação que nunca imaginei que fosse passar. Estamos há 22 meses passando por muitas dificuldades para receber. Agora, estou sem o meu salário de maio e junho. Quem consegue viver assim? Estou enfrentando dificuldades financeiras pesadas,dependendo da ajuda dos meus irmãos e da minha mãe para conseguir viver. Estou com todas as minhas contas atrasadas - disse a servidora, que mostrou o que veio na cesta:

- É desesperador e humilhante. Essa é a segunda vez que ganho uma cesta básica. Aqui na minha bolsa tem arroz, feijão, óleo, macarrão, sardinha e farinha. Como na minha casa só vivem eu e minha mãe, a comida dará para o mês todo. Mas queria perguntar ao governador Pezão se ele conseguiria viver com apenas isso?





No final do ano passado, o movimento conseguiu arrecadar 150 toneladas de alimentos, o suficiente para organizar 5 mil cestas básicas. Mas, desta vez, as doações foram em menor quantidade, conta o presidente da Associação dos Servidores do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Flávio Sueth, voluntário do Muspe:

— Essa crise financeira tem nos deixado muito preocupados. Mas estamos fazendo um apelo para que grandes empresários também entrem nesta campanha e nos ajudem com alimentos e produtos de limpeza. São mais de 200 mil servidores passando grandes necessidades financeiras e se o estado não pode fazer nada, não podemos deixar essas pessoas na mão.

Em nota, a Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento (Sefaz) disse que efetuou, até o momento, o pagamento dos vencimentos do mês de referência maio para 262.146 servidores ativos, inativos e pensionistas, o que representa um total de R$ 1,147 bilhão líquido. Ainda com relação ao mês de maio, faltam receber 205.189 servidores ativos, inativos e pensionistas, em um total de R$ 453,7 milhões líquidos. Já com relação ao mês de junho, faltam receber 216.127 servidores ativos, inativos e pensionistas, em um total de R$ 609,8 milhões líquidos. Não há previsão para os próximos pagamentos.




Fonte:   EXTRA

domingo, 16 de julho de 2017

OS "CORONÉIS EMPRESÁRIOS",COM ATIVIDADES INCOMPATÍVEIS, PRECISAM SABER: UM DIA A CASA CAI !!!

"Dizem as más línguas, que se trata da DELAÇÃO DE UM EX COMENTARISTA DE SEGURANÇA DA TV, ele não está só falando do SÉRGIO CABRAL como sócio oculto da Empresa de Segurança Sunset:

TEM TAMBÉM A CONVERSA DE QUE UNS DOIS OU TRÊS CORONÉIS DA PM, ESTÃO À BASE DE CALMANTES.....CORRENDO DA SALA PRA COZINHA, TENTANDO UM HABEAS CORPUS PREVENTIVO, PARA NÃO SEREM PRESOS !!"


NA LUTA POR DIREITOS
NEM UM PASSO DAREMOS ATRÁS
JUNTOS SOMOS FORTES!

FONTE: ABMERJ

Servidores agendam ato contra decisões do TJ-RJ que consideraram o atraso de salário 'mero aborrecimento'


Protesto de servidores do Poder Judiciário em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro 

O Movimento Unificado dos Servidores do Estado (Muspe) anunciou, nesta sexta-feira, a convocação de novo ato. Desta vez, o alvo será o Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ). Os servidores questionam as decisões de magistrados do tribunal que definiram o atraso dos salários como um "mero aborrecimento". O protesto está marcado para o dia 20 de julho, às 14h, em frente ao fórum central.



No último domingo, o EXTRA mostrou que dezenas de servidores recorreram ao Juizado Especial Fazendário atrás do pagamento de danos morais pelo atraso do salário. Nas decisões, os magistrados negaram o pedido alegando que a demora nos pagamentos não gera transtorno psicológico ou humilhação.

O Muspe lembrou que os desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça do Rio estão com seus salários em dia mesmo com a crise que afeta do Estado.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

CCJ rejeita parecer favorável ao prosseguimento da denúncia contra Temer

Por 40 votos a 25, os membros do colegiado derrubaram o relatório de Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que autorizava o prosseguimento da acusação pelo crime de corrupção passiva perante o STF



Brasília - O Governo Temer saiu vitorioso mais uma vez na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara. Os membros rejeitaram, no fim da tarde desta quinta-feira, o parecer que pedia a admissibilidade da denúncia contra o presidente. Por 40 votos a 25, o colegiado derrubou o relatório de Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que autorizava o prosseguimento da acusação pelo crime de corrupção passiva perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Foi registrada uma abstenção.

A denúncia foi elaborada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e encaminhada pelo STF à Câmara, a qual cabe autorizar ou não se o presidente pode ser investigado pela Corte. A primeira etapa da análise é feita pela CCJ, que agora deve designar um novo relator que faça um parecer com mérito divergente em relação ao de Zveiter.

Desde o início da tramitação do processo, 11 deputados já apresentaram votos em separado, dos quais seis são contrários à aceitação da denúncia. Por isso, o presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), pode designar um dos autores desses pareceres ou escolher um novo relator para acolher a posição majoritária dos deputados contra a admissibilidade da denúncia.

Independente da decisão da CCJ, o parecer que for aprovado pelo colegiado deve ser ainda analisadopelo plenário da Câmara. Uma vez no plenário, a denúncia precisa ter o apoio de pelo menos 342 votos para ter prosseguimento na Justiça ou para ser interrompida.

Ainda durante a fase de debates, deputados da oposição já esperavam a derrota e lamentaram o que consideram como “resultado artificial”, em referência às trocas de membros da CCJ que foram feitas pela base governista. Desde que a semana em que a denúncia chegou à Câmara, 25 dos 66 integrantes da comissão foram substituídos.

O relator Zveiter também se manifestou previamente de forma crítica sobre o resultado negativo. Os governistas comemoram e consideram que a decisão de não aceitar a denúncia, que ainda deve ser referendada pelo plenário, pode trazer estabilidade ao país.

A votação ocorreu sob grande expectativa das lideranças. A segurança dos corredores de acesso ao plenário da CCJ foi reforçada. Mesmo com a restrição na entrada de pessoas, o plenário ficou lotado, com vários parlamentares em pé.

Fonte O Dia

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Temer sanciona texto da reforma trabalhista em cerimônia no Planalto

Modificações na CLT foram aprovadas pelo Senado na última terça (11) em uma sessão tumultuada. Governo prometeu alterar pontos da reforma por meio de medida provisória.






O presidente Michel Temer sancionou nesta quinta-feira (13) o projeto de reforma trabalhista aprovado pelo Congresso Nacional.


A nova legislação altera regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos que poderão ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força de lei. As novas regras entrarão em vigor daqui a quatro meses, conforme previsto na nova legislação.


Saiba o que muda na lei com a aprovação da reforma



Ao discursar na solenidade de sanção da reforma trabalhista, o peemedebista também criticou o que chama de “passionalização” na Justiça que, na opinião dele, gera instabilidade ao país.


Temer argumentou que se "passionalizou" praticamente todas as questões que vão ao Judiciário. Segundo ele, em vez de aplicar "rigidamente" a lei "sem qualquer emoção", há pessoas que usam "ideologia" e "sentimentos psicológicos e sociológicos".


"Isso, naturalmente, quebra a rigidez, a higidez da ordem jurídica e, naturalmente, instabiliza o país. Toda e qualquer desobediência à ordem juridica significa precisamente a instabilização da ordem jurídica", declarou o presidente da República.

Temer também enalteceu a atuação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e do relator da proposta na Câmara, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), na articulação política do projeto. Na avaliação do presidente, foi "árduo o percurso" para aprovar a reforma das leis trabalhistas.


Aprovado pela Câmara em abril, o projeto da reforma trabalhista foi aprovado pelo Senado na última terça-feira (11) em uma sessão tumultuada.


Com a reforma trabalhista, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.


Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.



'Suposta crise'


Em meio ao discurso sobre a reforma trabalhista, Temer afirmou que o país vive uma ‘suposta crise’, mas que há um “entusiasmo extraordinário” em relação às políticas públicas.


“Eu faço um registro curioso: nessas últimas semanas, certa e precisamente, em função de uma suposta crise, o que tem acontecido é um entusiasmo extraordinário”, enfatizou.


O presidente também fez um balanço das medidas aprovadas, citando, além da reforma trabalhista, as mudanças no ensino médio e a PEC do teto de gastos.


“Poderia elencar tudo que nós fizemos ao longo desses 14 meses e olhe: não são 4 anos, não são oito anos, são 14 meses. E, toda a modéstia de lado, estamos revolucionando o país. Fizemos a reforma trabalhista, a do ensino médio”, destacou.


Medida provisória


Diante da polêmica gerada em torno das modificações prometidas pelo Palácio do Planalto na legislação aprovada nesta semana, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), voltou a afirmar nesta quinta que o Executivo federal vai editar uma medida provisória para alterar os pontos negociados com os congressistas.


O peemedebista afiançou durante a tramitação do projeto no Senado as mudanças exigidas, inclusive por integrantes da base aliada, como o dispositivo que permite que gestantes trabalhem em ambientes insalubres.


Segundo Jucá, o governo tem 119 dias para editar a MP que modificará a recém-aprovada reforma trabalhista.


Antes da solenidade de sanção da reforma, o líder do governo no Senado divulgou o texto-prévio da medida provisória que Michel Temer deve enviar ao Congresso com mudanças em nove pontos da proposta.



Justiça do Trabalho



Convidado a participar da cerimônia de sanção da reforma trabalhista, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Filho, cumprimentou Michel Temer, em meio ao seu discurso, pelo que classificou de “coragem, perseverança e visão de futuro" do chefe do Executivo federal ao "abraçar" as mudanças na legislação trabalhista, o ajuste fiscal e a reforma previdenciária.


Gandra Filho afirmou ainda que a negociação coletiva, que é a espinha dorsal da reforma, é importante porque, na avaliação dele, quem trabalha em cada segmento é que sabe as reais necessidades daqueles trabalhadores.


“Aquilo que é próprio de cada categoria você estabelece por negociação coletiva, quem melhor conhece as necessidades de cada ramo é quem trabalha naquele ramo”, disse.


Veja abaixo alguns pontos que a MP deve modificar:


Gestantes e lactantes


Um dos pontos que a proposta de MP deve alterar é a possibilidade de que gestantes trabalhem em locais insalubres. O texto original previa que gestantes deveriam apresentar atestado para que fossem afastadas de atividades insalubres de grau médio ou mínimo.


A proposta de MP divulgada por Jucá determina que “o exercício de atividades insalubres em grau médio ou mínimo, pela gestante, somente será permitido quando ela, voluntariamente, apresentar atestado de saúde”.



Jornada 12x36


Outra ponto que o texto-prévio da MP pretende alterar é o que permitia que acordo individual entre patrão e empregado pudesse estabelecer jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas ininterruptas de descanso. A minuta divulgada por Jucá quer viabilizar essa jornada após acordo coletivo, ou convenção coletiva.


O acordo foi costurado com os senadores governistas para que o texto que chegou da Câmara não fosse alterado no Senado. Se o texto retornasse para nova análise dos deputados, iria atrasar a sanção das novas regras.



Trabalhador autônomo


O texto aprovado prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, o projeto prevê que isso não será considerado vínculo empregatício.

A proposta de medida provisória quer alterar esse trecho para vedar a celebração de cláusula de exclusividade no contrato com trabalhadores autônomos. Além disso, prevê que não será admitida a restrição da prestação de serviço pelo autônomo a uma única empresa, sob pena de caracterização de vínculo empregatício.




Prorrogação de jornada e insalubridade


O texto-prévio da MP também tem a intenção de modificar a lei sancionada no trecho que sobre a negociação coletiva para estabelecimento de enquadramento do grau de insalubridade e prorrogação de jornada em ambientes insalubres.


Pela minuta, isso será permitido por negociação coletiva, mas desde que sejam respeitadas normas de saúde, higiene e segurança do trabalho previstas em lei ou em normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho.



Outros pontos


A minuta também promete alterar outros pontos da proposta relativos à contribuição previdenciária e ao pagamento de indenizações por danos morais no ambiente do trabalho.


Além disso, o texto-prévio da MP que deverá ser enviada ao Congresso prevê mudanças para salvaguardar a participação de sindicatos em negociações de trabalho.


Pela proposta, comissão de representantes dos empregados não substituirá a função do sindicato de defender os direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas, sendo obrigatória a participação dos sindicatos em negociações coletivas.



Contribuição sindical


Durante a tramitação da proposta no Senado, chegou-se a postular, por senadores governistas, uma sugestão de que a Casa Civil elaborasse uma proposta de eliminação gradual da obrigatoriedade da contribuição sindical.

O objetivo era conquistar apoio de parlamentares ligados a sindicatos de trabalhadores.

A proposta aprovada pelo Congresso retira a obrigatoriedade dessa contribuição, o que foi alvo de críticas de movimentos sindicais.

Fonte: VEJA

















quarta-feira, 12 de julho de 2017

FALA MESAC - IMPEACHMENT OU INTERVENÇÃO FEDERAL?





ATENÇÃO SERVIDORES !

Pagamento Integral do mês de junho, da Segurança Pública, educação e Degase, na próxima sexta-feira, dia 14.

IMPEACHMENT OU INTERVENÇÃO FEDERAL ????


O ACORDO DE RECUPERAÇÃO ESTÁ EMPERRADO !!!

SEM ACORDO, GOVERNO DIZ QUE NÃO TEM COMO COLOCAR OS SALÁRIOS EM DIA.....

terça-feira, 11 de julho de 2017

Segurança e Educação receberão salário de junho nesta sexta



Governador confirmou o pagamento ao sair de reunião com o ministro Henrique Meirelles.



O governador Luiz Fernando Pezão afirmou nesta terça-feira que pagará os salários de junho da Segurança e Educação na sexta-feira (décimo dia útil).

"Com muita dificuldade a gente vem pagando os salários. Hoje mesmo conseguimos pagar abril de todos os funcionários, vamos pagar sexta-feira Segurança e Educação. Então, estamos indo, estamos caminhando também, fazendo um grande esforço de aumento de receita", declarou Pezão ao sair de reunião com o ministro da Fazenda, Herinque Meirelles.

No encontro com o ministro da pasta, o governador tratou sobre a agilidade para a adesão do estado à recuperação fiscal. Ele não confirmou, porém, que o acordo será assinado este mês. 

À espera de maio


O pagamento dos ativos da Educação (incluindo o Degase) tem sido feito em dia, pois a pasta utiliza mais de 50% dos recursos do Fundeb para garantir o crédito. Já a Segurança (ativos, aposentados e pensionistas), é paga integralmente com recursos do Tesouro Estadual. 

Enquanto isso, mais de 207 mil servidores ativos, inativos e pensionistas esperam o salário de maio. 

Fonte: O DIA

Estado quita a folha de pagamento de abril nesta quarta-feira



Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, no total, serão depositados R$ 210 milhões.




A Secretaria de Estado de Fazenda quitará, nesta quarta-feira, os salários de abril para os servidores ativos, aposentados e pensionistas que ainda não receberam o montante integral. Segundo a pasta, serão depositados R$ 210 milhões.

Os valores serão creditados ao longo do dia, mesmo após o término do expediente bancário. O valor líquido da folha do Executivo é de R$1,6 bilhão. Os servidores também não receberam os salários de maio e junho.

Secretário de Pezão deixa o cargo por causa de atraso salarial dos servidores

Secretário estadual de Ciência e Tecnologia do Rio, Pedro Fernandes anunciou,
na manhã desta terça-feira, que deixará o cargo até o fim do mês. Ele disse que a decisão foi tomada por causa do frequente atraso salarial dos servidores estaduais e por discordar do escalonamento feito pelo governo. Pedro pediu demissão após se reunir, nesta segunda-feira, com o governador Luiz Fernando Pezão.
Por causa da crise, os pagamentos dos salários dos professores estão atrasados no estado. No entanto, o depósito ocorre em datas diferentes para os que são ligados à Secretaria de Educação e para os da Ciência e Tecnologia. Os profissionais da Educação, como aqueles que dão aulas nos ensinos Fundamental e Médio, e os da Segurança recebem o salário antes dos que são subordinados à Ciência e Tecnologia, como os da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Faetec.

Fonte:  O DIA

QUEREM REALMENTE ACABAR COM OS BOMBEIROS DO BRASIL!!!



Bombeiros Militares começam a se mobilizar Nacionalmente contra PL Nº556 da CLDF, apesar de o PL parecer bem inocente o objetivo nacional è buscar espaço dos Bombeiros Militares, Vários PLs estão circulando em todo Brasil, visando a exploração bombástica dos Bombeiros Civis, a lei federal 11.901/2009 criada pelo deputado federal Augusto Carvalho (SD/DF), foi o marco inicial desta empreitada, e vem causando mal estar e indignação em todas as corporações de Bombeiros Militares ameaçados pela perda de seus espaços constitucionais, o que já está acontecendo em vários estados do Sul do Brasil.



Caso seja aprovado no DF, esse ato de substituir o Bombeiro Militar por Bombeiro Civil será tendência nacional nas assembleias estaduais. Mas uma coisa está na PL do DF chama a atenção do Grupo Nacional dos Bombeiros Militares, o projeto vem com a iniciativa de criação dosGrupamentos de Bombeiros Civis, mesma denominação usada pelo unidades do CBMDF, fato inédito no Brasil,


Em Santa Catarina o governo já alegou que os custos do Bombeiro civil é menor em relação ao Bombeiro militar. Assim, optaram em criar a lei estadual 16.157, que transmite competência para os Bombeiros Civis de vistoria, normas de segurança contra incêndio e fiscalização o que venha ser competência privativa do Corpo de Bombeiros Militar. Hoje os Bombeiros Civis já substituíram os Bombeiros Militares nas três maiores cidades de SC: Joinville, Caçador e Jaraguá do Sul, além da região do Vale do Itajaí.
Um dos pontos preocupantes sobre a troca dos Bombeiro Militar no DF é que a atividade do CBMDF, na questão das vistorias e fiscalização, é necessária de uma posição de perícia e técnica. E esse serviço sendo transferido para civis corre um grande risco de virar um comércio e comprometer o serviço, além também dos grupamentos ficarem vinculados a empresas de segurança e Brigadistas. Inclusive, o CBMSC está questionando esses atos, que estão sendo exercidos pelos Bombeiros Civis de Santa Catarina, através da ADI 5354/SC.




O Grupo Nacional dos Bombeiros Militares preparam uma guerra contra os projetos estaduais e Distrital.
Em Tocantins foi realizada o mesmo projeto de lei, mas militares do estado trabalharam o termo Brigadista Profissional em que tentaram politicamente alterar, mas a articulação politica dos militares no estado foi bem-sucedida.


Assim os Bombeiros Militares do Distrito Federal pedem apoio ao ex Bombeiro Militar e deputado Distrital Wellington Luiz (PMDB) para a retirada integral do projeto da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Pois se depender do único Bombeiro Militar que está como Deputado Distrital, podemos esquecer, pois ele foi a favor do projeto na comissão de segurança, e sua assinatura foi fundamental para continuação do PL Nº 559/2011, veja a assinatura do dep. Roosevel Vilela, em anexo.





Fonte:  BOMBEIROS DF