quinta-feira, 11 de junho de 2015

MILITARES usam de seus DIREITOS de cidadão e pretendem se reunir em BRASÍLIA no próximo dia 30 de junho para exigir reposição salarial. Daciolo exige um MILITAR como Ministro da Defesa e direito de voto para militares conscritos.




Militares das Forças Armadas tem se reunido em vários estados da federação para organizar um movimento por recuperação salarial. Em Brasília alguns líderes de associações de militares, como Ivone Luzardo, Kelma Costa e Genivaldo, têm discutido com políticos questões como a reposição das perdas inflacionarias e planos de carreira para militares dos quadros especiais.

O Deputado Cabo Daciolo, um dos líderes da bem sucedida campanha salarial dos bombeiros do Rio de Janeiro, que conseguiu mobilizar toda a população em prol de um reajuste digno para os bombeiros e policiais, resolveu auxiliar os militares federais. No Rio o Deputado declarou que acredita que com união é possível uma reparação das perdas salariais ocorridas ao longo das últimas décadas. O militar – político narrou alguns episódios do movimento dos bombeiros ocorrido no Rio de Janeiro e disse que se os militares federais querem realmente vencer essa batalha tem que estar unidos. “Do general ao soldado”, disse Daciolo.

O Deputado diz que é perfeitamente legal que militares da ativa e reserva participem da concentração marcada para 30 de junho em frente ao Congresso Nacional. Ninguém vai fardado ou estando de serviço no dia. Daciolo diz que os militares estarão no local para acompanhar a ação de um político, que estará representando a categoria.

Na última reunião na Comissão de Relaç. Exteriores e Defesa o Deputado Daciolo disse que Militares não querem ser promovidos quando são transferidos para a inatividade, querem apenas os proventos de uma graduação ou posto acima, o que estava prescrito quando a maioria entrou para a vida militar e para o que contribuíram…

Segundo Daciolo:

“Tem que votar a MP2215, pois com ela vieram alguns danos para o militar… Já se passaram sete ministros da defesa, e todos civis… Por que não um militar como ministro da defesa? Uma pessoa que nasceu, enraizou e viveu o militarismo, um conhecedor nobre de toda a estrutura militar…”

“O militar só está pedindo pra ser tratado com dignidade, o militar não é um inimigo da nação… Eu luto nesse parlamento para que haja união entre civis e militares e acho inadmissível que em pleno séc. XXI apenas uma categoria humana não tenha direito a voto, é justamente o militar conscrito. Por que o militar conscrito não pode votar? Estamos com uma PEC, a de número 43, e peço o apoio de todos. O militar só quer ser tratado com dignidade.” 

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