segunda-feira, 24 de agosto de 2015

EPI dos Bombeiros Guarda Vidas / Saiba mais - REPUBLICAÇÃO


6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

(
NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego)

O FORNECIMENTO DESSES EPI's AUMENTARIA A VIDA ÚTIL DE SERVIÇO REPARANDO A SAÚDE DESSES PROFISSIONAIS:
  • PROTETOR SOLAR - precisa ser distribuído e estimulado o uso regular aos Bombeiros Guarda Vidas, além de um programa com médico dermatologista que acompanhe e avalie os militares periodicamente. A falta de proteção solar causa fotoenvelhecimentofitofotodermatitequeimaduras solarescâncer de pelee outras doenças... A falta de postos de salvamento colabora para maior exposição.
  • UNIFORMES COM FPS (FILTRO DE PROTEÇÃO SOLAR) ADEQUADO - os profissionais de salvamento marítimo sofrem expostos as radiações solares, os raios UV ultrapassam facilmente suas camisetas. Porque homens cuja exposição é inerente ao serviço não recebem materiais apropriados? Hoje em dia existem roupas onde o FPS chega a até 100, sendo empregado também o dióxido de titânio, uma das substâncias que compõe o bloqueador solar. Os materiais como a lycra por exemplo, precisam ser renovados, e não entregues uma única vez, as peças desbotam, esgarçam, perdem a funcionalidade e vida útil.
  • ÓCULOS DE SOL - Além de comprarem durante anos seus próprios óculos de sol, depois de inúmeras reivindicações os Guarda Vidas receberam um óculos decente. Porém, devido ao uso contínuo, perda durante socorros, e até mesmo furtos que sofrem por não possuírem Postos de Salvamento onde possam guardar seus pertences. Os Guarda Vidas continuam comprando seus próprios equipamentos de proteção. O excesso de sol sobre os olhos causa catarata (perda de visão - cristalino opaco), pterígio, pindécula, doenças do fundo do olho (cegueira causada por lesões da retina, que podem ser súbitas (maculopatia solar) ou crônicas (degeneração macular), isto é, decorrente dos muitos anos de exposição), entre outras doenças.
  • PROTETOR/TAMPÃO AURICULAR - a falta de postos físicos, que protejam o Guarda Vidas do sol e abriguem-o do vento, somado a uma série de fatores e a não distribuição de protetores/tampões causam doenças auditivas como a otite.

    UMA PERGUNTA: será que os POSTOS DE SALVAMENTO, de onde os Bombeiros Guarda Vidas observam e avistam os afogamentos, abrigados do sol, da chuva e do frio, com locais apropriados para fazerem refeições, necessidades fisiológicas, guardarem material de socorros e pertences pessoais podem ser considerados uma espécie de equipamento, dispostivo ou aparato de proteção?

    Esses postos só existem em conto de fadas, a grande maioria dos Guarda Vidas 
    (bem mais da metade) trabalha ao relento e depende da colaboração de comerciantes...


    SAIBA MAIS... (como identificar câncer de pele), saúde dos olhos  e ouvido. Clique em continuar lendo...

     

Como identificar o Câncer de Pele


Além da proteção solar, é importante fazer uma avaliação clínica da pele para prevenir o desenvolvimento da doença. É preciso estar atento a alguns sinais: 
  • Um crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida;
  • Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
  • Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.
Aqui você encontrará a metodologia indicada por dermatologistas para reconhecer as manifestações dos três tipos de câncer da pele: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma. Para auxiliar na identificação dos sinais perigosos, basta seguir a Regra do ABCD: 
































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EFEITOS DO EXCESSO DE SOL SOBRE A PELE E OS OLHOS - EFEITOS/DOENÇAS

SINTOMAS/OBSERVAÇÕES 



1. Fotoenvelhecimento - Pele ressecada 
2. Fitofotodermatite (pelo trabalho com plantas, tintas e ceras) - Prurido e hiperemia na pele 
3. Queimaduras solares - Eritemas de vários graus 
4. Dermatites de contato (pelo uso de inseticidas e fungicidas) - Prurido e hiperemia na pele 
5. Câncer de pele (carcinoma e melanoma) - Lesões hipercrônicas na pele 
6. Insolação Tonturas, vertigens, tremores, convulsões e delírios 
7. Prostração térmica - Dor de cabeça, tonturas, mal estar, fraqueza e inconsciência 
8. Caibras de calor - Espasmos dolorosos violentos 
9. Redução da defesa imunológica - Infecções de repetição, leucopenia 
10. Catarata - Perda de visão (cristalino opaco) 
11. Pterígio - Conjuntivite solar 
12. Pindécula - Tumor na pálpebra 


FONTES:
UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Instituto de Tecnologia
SBD - SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA 
OTITE e a AUDIÇÃO: Correta higiene associada ao uso de tampões e protetores auriculares ajudam a prevenir o problema
     Sol. Calor. Brisa do mar, praia, um mergulho, vento. Essas condições podem criar situações favoráveis a alterações na audição se alguns pequenos cuidados não forem atentamente tomados. 
     O verão é uma das épocas mais susceptível para as infecções de ouvido. As altas temperaturas, combinadas à exposição à água e umidade criam condições para estas infecções, chamadas otites, que aumentam sua incidência em até 70% neste período. 
      A otite é uma inflamação que pode atingir a orelha externa ou a orelha média e provoca desconforto, dores intensas e até mesmo uma diminuição da audição que é temporária, mas pode se tornar uma alteração permanente se o problema não for adequadamente tratado. 
      No verão, é mais comum a ocorrência das otites externas. A umidade, combinada com o calor eexposição à água podem gerar condições para desenvolvimento de irritação, coceira e alterações na camada da pele que protege a orelha externa. Para aliviar a coceira é comum que as pessoas cutuquem o conduto, provocando lesões que podem ser pequenas, mas mesmo assim abrem as portas para as infecções. 

Mas o que leva uma pessoa a ter otite?
retirada da cera que protege o ouvido, o acúmulo de água, inserção de objetos estranhos e contato com água contaminadafavorecem o desenvolvimento desta doença. O tratamento deverá ser realizado de acordo com a orientação do médico otorrinolaringologista. Evite pingar soluções caseiras, que poderão intensificar o problema. 

Prevenção é o melhor remédio 
O protetor auricular ou tampão de ouvido é uma das alternativas mais eficazes, sendo indicado para aqueles que apresentam otites frequentes, também servindo como precaução para evitar a entrada de água nos ouvidos. “O uso do protetor auricular é importante para quem gosta de praias e piscinas, inclusive para quem pratica natação. Ele funciona como um vedante do conduto auditivo impedindo a entrada de água,” orienta a fonoaudióloga. Os tampões podem ser mais efetivos quando confeccionados a partir de uma pré-moldagem personalizada, de forma a bloquear o canal auditivo e não permitir a entrada de água. Vale ressaltar que este tampão precisa ser refeito e tempos em tempos, sempre que houver necessidade (Ex: alteração da anatomia do canal auditivo devido ao crescimento, cirurgia etc.)
Para prevenir, também vale incluir na rotina alguns cuidados como: 
  • Secar bem os ouvidos após nadar, mergulhar ou após o banho. Usar apenas uma toalha de papel ou mesmo papel higiênico na ponta do dedo indicador.
  • Evitar nadar e mergulhar em águas poluídas.
  • Nunca introduzir cotonetes, grampos ou outros objetos no canal externo do ouvido.
  • Nadadores com otite externa recorrente não devem se esquecer dos protetores auriculares e de secar bem os ouvidos após o contato com água.
  • Nunca pingar nada no ouvido além dos remédios recomendados pelo seu médico.
  • Procurar sempre um otorrinolaringologista quando tiver dor de ouvido. Outras doenças podem estar associadas a esta dor ou mesmo à otite externa e somente o médico poderá orientá-lo adequadamente.

 Em certas pessoas, o vento, o frio e os banhos podem causar dores nos ouvido. Na maior parte dos casos, não passa de sensibilidade do tímpano. É uma fenômeno inflamatório passageiro da membrana, provocado pelo vento, pelo frio ou pela água. Uma proteção é normalmente suficiente para os que estão sujeitos a estas dores. Basta cobrir os ouvidos com um boné e evitar colocar a cabeça debaixo de água.
Por outro lado, as dores no ouvido podem estar por vezes ligadas a um fenômeno de mudanças bruscas na pressão atmosférica. É o que acontece quando se toma um avião ou se faz mergulho submarino. Trata-se de um problema da alteração da pressão entre o canal auditivo externo e o ouvido médio.
Se a pressão atmosférica exterior é superior à pressão por de trás do tímpano, a membrana fica sujeita a uma tensão excessiva. Torna-se, assim, necessário reequilibrar as pressões. Mastigar uma goma de mascar ou soprar apertando o nariz e fechando a boca, permite a compensação através do envio de ar pela trompa de Eustáquio. 


FONTES: 

Um comentário:

  1. Além dessas doenças existe a Queilite Actínica(incurável) na qual há bms com a mesma.E agora Cmt!!!

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