quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Comandante do Exército vê risco de crise social no país

MANAUS , AM , 14.12.2012 , BRASIL , Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, Comandante Militar da Amazônia. Foto Joel Rosa / Em Tempo ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

O comandante do Exército, general Eduardo dias da Costa Villas Bôas, disse ver risco de a atual crise virar uma "crise social" que afetaria a estabilidade do país, o que, segundo ele, diria respeito às Forças Armadas. 

"Estamos vivendo situação extremamente difícil, crítica, uma crise de natureza política, econômica, ética muito séria e com preocupação que, se ela prosseguir, poderá se transformar numa crise social com efeitos negativos sobre a estabilidade", afirmou. 

O militar prosseguiu: "E aí, nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente". 

Villas Bôas deu as declarações em inédita videoconferência na sexta (9) para 2.000 oficiais temporários da reserva, os R2, que se prepararam durante o serviço militar, mas não seguiram carreira. 

A conversa, com transmissão para oito comandos pelo país e cujos trechos circulam na internet, foi aberta a perguntas e teve a presença, por exemplo, do ex-governador Roberto Magalhães (DEM-PE), saudado pelo general. 

O militar, que foi escolhido para o comando do Exército pela presidente Dilma Rousseff no início deste ano e já afastou intervenção militar em outras declarações, disse não ver uma crise institucional e que as instituições funcionam, dando como exemplo a reprovação das contas da petista pelo Tribunal de Contas da União. 

"Dispensa a sociedade de ser tutelada. Não são necessários atalhos nos caminhos para chegar ao bom termo." 

Questionado pela Folha sobre o significado de eventual crise social dizer respeito ao Exército, a instituição citou artigo da Constituição que afirma que as Forças Armadas "destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem", sob autoridade presidencial. 

"Foi com o pensamento de legalidade, de estabilidade e de legitimidade que o comandante do Exército se referiu", disse em nota. 

Segundo o Exército, que tem desenvolvido projeto recente de reaproximação com reservistas, "a única intenção [do evento] foi manter o contato com ex- companheiros". 

O presidente do conselho de R2, Sérgio Monteiro, terminou assim nota publicada após a palestra: "Os tenentes estão de volta, prontos! Dê-nos a missão!".

FONTE: FOLHA

6 comentários:

  1. Existe 14 vagas para serem ocupadas no CPOR/RJ e Apos um Dramático TAF aonde os Aspirantes foram conduzidos apos chamada de voluntariado em três dias uns 40 na mesma pista com tempos diferentes 5 passaram de três turmas! Até agora não foram convocados para um nova oportunidade a RM não permitiu então eles não são tão necessário assim. Agora chegando a eminencia de um conflito, ai sim vão ser convocado, terão tempo de preparação, faram TAF, tudo dentro da Normalidade! Aonde esta esse Presidente do Conselho R2 que não vê isso!

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  2. O QUE FALTA AINDA, MEU DEUS?!?!?

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  3. O QUE FALTA AINDA, MEU DEUS?!?!?

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  4. INTERVENÇÃO MILITAR JÁ!!!!!

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  5. INTERVENÇÃO MILITAR JÁ!!!!!

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  6. ESTÃO ESPERANDO O CAOS SE INSTALAR MAIS AINDA????

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