segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Governador diz que crise no RJ não afeta investimentos em segurança

De acordo com ele, investimento na área em 2016 será de quase R$ 10 bi.

'A segurança pública continua a ser a nossa prioridade', afirmou Pezão.

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, disse que, apesar da crise no estado, não vai recuar das promessas de campanha e compromissos, principalmente no que se refere à segurança pública, que afirmou continuar sendo a prioridade de seu governo. Atualmente, dos 7.600 fornecedores do estado do Rio, 2.100 tiveram o pagamento adiado devido à crise financeira.

“A gente tem um decreto onde saímos de 27 mil para 49 mil policiais nos últimos oito anos e 10 meses e vamos chegar a 60 mil policiais militares. A segurança pública continua a ser a nossa prioridade. Nós não recuamos um milímetro para os investimento na segurança pública. E está previsto para 2016 que o nosso maior investimento será na segurança pública. Serão quase 10 bilhões de reais no nosso orçamento nessa área”, afirmou Pezão durante entrevista ao Bom Dia Rio.

Sobre a grande quantidade de crimes em áreas com UPPs, o governador alegou que houve um recrudescimento do tráfico de drogas desde o período eleitoral no ano passado, mas garantiu que o projeto de pacificação não está sob ameaça.

“Acho que até testando para ver se continuaríamos ou não com a política de pacificação. Houve um recrudescimento dentro das UPPs, mas nada que nos afaste de continuar, de perseverar na política de pacificação”, afirmou Pezão, destacando ainda que algumas UPPs e batalhões ganharam reforço.

“Esse ano já autorizei 157 oficiais de cartório e durante o primeiro semestre mais 550. São 700 policiais civis que entrarão para a área de segurança. Segurança continua a ser a nossa prioridade e nós vamos continuar a investir em segurança pública”.

Segundo o governador, o comandante-geral da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto, disse muitas vezes que em determinadas áreas do Rio prefere reforçar os batalhões já existentes ou criar companhias de proximidade em vez de criar Unidades de Polícia Pacificadora, por
exemplo em Niterói, na Região Metropolitana, e na Baixada Fluminense.

”Niterói foi a cidade que recebeu mais policiais militares e civis. Abrimos concursos,
tem de seis mil policiais estão sendo treinados, aumentamos mais dois meses de capacitação e treinamento desses policiais. E vamos contratar durante o primeiro semestre de 2016.

FONTE: O GLOBO

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