quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Governo não crava data para pagar o 13° e Picciani vai a plenário criticar secretário da Casa Civil


Picciani criticou a forma como o governo tem tratado o pagamento do 13° Foto: Carol Lessa/ Aler

O presidente da Assembleia do Rio, Jorge Picciani (PMDB), interrompeu a sessão desta quinta-feira (17), para criticar as trapalhadas do governo do estado e do secretário da Casa Civil, Leonardo Espíndola, na negociação para conseguir um empréstimo com Banco Bradesco para pagar integralmente a segunda parcela do 13° salário dos servidores.

O governo havia anunciado que enviaria ainda hoje à Alerj um projeto de lei pedindo autorização para fazer a operação financeira com o banco. Diante da garantia, Picciani se reuniu com servidores pela manhã e afirmou que o pagamento cairia nas contas nesta sexta-feira (18).

Nesta tarde, o executivo teria voltado atrás, despertando a fúria do presidente da Alerj. Picciani interrompeu a sessão para pedir desculpas ao funcionalismo público e responsabilizar o governo pela confusão.

"Eu quero pedir desculpas aos funcionários e espero que o governo aja com responsabilidade. Não gostei do que o chefe da Casa Civil falou. Tem que tratar esse troço com responsabilidade", esbravejou Picciani.

Enfático, Marcelo Freixo (PSOL) pediu que o secretário seja exonerado.

"É sempre um desrespeito com o funcionalismo. Os servidores saíram daqui com a garantia que receberiam o 13° salário. Isso não é um favor. Se não se resolver hoje, o mínimo é demitir o Leonardo Espíndola", disse Freixo.

A assessoria de imprensa do governo do estado procurou o blog da coluna para afirmar que "o governador não estabeleceu prazo para o pagamento e, por isso, não mentiu". Afirmou ainda que está fazendo todos os esforços para que o depósito seja efetuado o mais rápido possível.

FONTE: EXTRA

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