segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

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Publicado por Marcelo Mata em Domingo, 25 de outubro de 2015

2 comentários:

  1. Bom dia,SENHORES... Não tem PAGAMENTO!!!!
    Acordei as 5:00hs,dei uma olhada na INTERNET, e até 07:00hs NADA de dindin no BRADESCO!!!
    Será que somos todos IDIOTAS!Será que só as qdo o Bco abrir às 10:00Hs! Cadê o nosso PAGAMENTO?????????????

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  2. É ISSO QUE VOCES DEVERIAM FAZER....Médicos vão entrar com ação na Justiça contra Pezão por crise na saúde


    Fonte Jornal O Dia.

    11/01/2016 20:42:47 - Atualizada às 11/01/2016 22:30:42

    Médicos vão entrar com ação na Justiça contra Pezão por crise na saúde
    Darze convocou a mídia internacional para alertar moradores de outros países "de que se adoecerem aqui, vão ter dificuldades para se tratar"

    O DIA
    Rio - Preocupado com o agravamento da crise na saúde do estado e a proximidade das Olimpíadas, o Sindicato dos Médicos do Rio (SinMed) decidiu ajuizar uma ação por crime de responsabilidade contra o governador Luiz Fernando Pezão. “Não podemos ficar calados. Nossa preocupação é que ocorram mortes e colocarem a responsabilidade nos médicos. Essa situação criminosa é de responsabilidade do governo”, disse o presidente do SinMed, Jorge Darze, em entrevista coletiva

    Darze, transmitiu a decisão em coletiva na sede do sindicato com a presença de jornalistas correspondentes estrangeiros. Darze convocou a mídia internacional para alertar moradores de outros países que pretendem vir ao Rio para os Jogos Olímpicos "de que se adoecerem aqui, vão ter dificuldades para se tratar".

    Para o presidente do sindicato, o estado deveria ter se preparado para os efeitos da queda na arrecadação. Ele condenou a dependência do estado ao petróleo. "O governo tinha conhecimento da redução da arecadação do ICMS, da redução dos royalties. É o governo que acompanha a redução do preço do barril de petróleo. O governador, como gestor, não poderia ter permanecido inerte diante dessas informações todas. Tinha que ter tomado medidas para evitar que a população passasse o que agora está passando. A crise chegou à população mais pobre que depende do SUS . Hoje, o morador do estado do Rio não tem segurança para buscar atendimento".


    Protesto reuniu mais de 200 pessoas no primeiro dia de municipalização de unidade na Zona Oeste
    Foto: Severino Silva / Agência O Dia
    Darze acredita que a crise na saúde se deve mais a erros na gestão da saúde no estado. "Faltou perna". Para o médico, houve gasto excessivo com a construção de novos edifícios em detrimento da melhoria de unidades já existentes que poderiam suprir a necessidade da demanda. Outro problema apontado por ele é a entrega das unidades de saúde às Organizações Sociais (OS).

    "Em vez de gastar dinheiro com a compra de novos aparelhos, tomógrafos por exemplo, construíram um novo centro de imagem no Centro e entregaram a uma empresa privada. Estamos falando de uma gestão mais dispendiosa"", abordou.

    Na coletiva, Darze aproveitou a presença de correspondentes estrangeiros e fez um alerta a moradores de outros países que virão ao estado para as Olimpíadas. "O Sindicato dos Médicos, tendo ciência de que o Rio será sede de uma agenda internacional, de que milhares, talvez milhões de pessoas virão para esse evento, não pode se omitir para alertar para os riscos que esses estrangeiros estão correndo. Se vierem ao Rio, se adoecerem aqui, vão ter dificuldades para se tratar. Não estamos fazendo campanha contra as Olimpíadas, mas estamos no nosso papel de médicos de alertar aos estrangeiros de que vão ter enorme dificuldade de obter atendimento no setor público".

    Pedro Paulo é hostilizado

    Candidato de Eduardo Paes à Prefeitura do Rio, o secretário-executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Teixeira, foi hostilizado por cerca de 200 funcionários do Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, no primeiro dia de municipalização da unidade. Em meio a gritos de “O hospital é nosso” e “Não à privatização”, eles protestavam contra a mudança na administração, iniciada semana passada também no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo.

    “Eles roubaram, roubaram e agora atribuem o resultado à crise. A mudança na administração não passa de uma campanha, porque a Zona Oeste é o maior curral eleitoral do Rio”, acusou a enfermeira Ercília Sampaio, de 68 anos.


    Reportagem de Felipe Martins e da estagiária Maria Clara Vieira




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