sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Da educação ao judiciário, categorias de servidores do Estado votam por greve geral em abril



Integrantes de sindicatos estaduais que representam servidores do judiciário, da educação, da saúde, do ministério público e da segurança pública bateram o martelo ontem sobre o movimento grevista em protesto às decisões econômicas do governo “contra o funcionalismo” e já planejam uma greve geral, a partir do dia 6 de abril, caso suas reclamações não sejam atendidas.

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe) confirmou manifestação para o dia 2 de março, em frente a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em protesto contra o novo calendário de pagamento dos servidos — com depósitos no 7º dia útil do mês seguinte ao trabalhado, e não mais no 2º dia —, pela quitação integral do 13º salário e contra as propostas econômicas encaminhadas pelo governador Luiz Fernando Pezão à Alerj.

O passo seguinte, segundo o movimento, será entrar em estado de greve nos dias 16,17 e 18 de março. Caso o panorama continue o mesmo, sem resposta do Estado, a greve geral será a solução encontrada.

Determinadas categorias darão um trato diferente a paralisação. No caso dos bombeiros, por exemplo, a Associação dos Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro (Abmerj) explicou que uma assembleia acontecerá no dia 26 para definir as formas de protesto. Como a categoria é impedida de cruzar os braços, a alternativa será fazer atos como caminhadas, da Alerj ao Posto 6, ou o aquartelamento do Quartel Central.

FONTE: EXTRA