sexta-feira, 13 de maio de 2016

Quanto o cedido Júlio Bueno custa aos cofres do Rio de Janeiro?



Postei recentemente aqui no blog uma nota sobre o custo vultoso da cessão do presidente da Faetec, Wagner Granja Victer, aos cofres dilapidados do Rio de Janeiro (Aqui!). Mas dai uma leitora deste blog me lembrou que outro personagem central da trama em curso contra os servidores públicos estaduais também é funcionário de carreira da Petrobras.

E quem é ele? Ah, o inefável secretário estadual de Fazenda, o Sr. Júlio Bueno! Aliás, para verificar isso é só ir verificar o perfil abaixo.


E ai a pergunta que se faz é a seguinte: quanto custa aos cofres do estado do Rio de Janeiro a cessão do Sr. Júlio Bueno? É que o deputado estadual Eliomar Coelho declarou em plenário que Wagner Victer custa em torno de R$ 90 mil.

Mas a mesma leitora me lembrou que, aos custos desses dois funcionários de carreira da Petrobras, ainda devem ser acrescidos os salários pagos a “auxiliares” deles que foram trazidos do quadro da petrolífera, estejam eles na ativa ou aposentados. 

Agora, me digam, qual é a moral que o Sr. Júlio Bueno possui para quebrar a estabilidade dos servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro? Ele deveria começar a economia que o Rio de Janeiro fazendo-nos o extremo favor de cessar sua própria cessão (e de todos os que trouxe com ele da Petrobras). Com certeza, a economia seria grande e, de quebra, teríamos uma melhora substancial no processo de gestão das finanças estaduais.

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