Previsão do tempo:
Tempo negro.
Temperatura sufocante.
O ar está irrespirável.
O país está sendo varrido por fortes ventos.
Máx.: 38º, em Brasília.Mín.:5º, nas Laranjeiras.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

MAIS UMA DENÚNCIA CONTRA VEREADOR DO REDE - Mulher afirma que era funcionária-fantasma em gabinete de vereador


Estudante mostra os contracheques 

Uma ex-servidora da Câmara Municipal do Rio que era lotada no gabinete do major bombeiro e vereador Márcio Garcia (Rede) confessou que trabalhou como funcionária-fantasma na Casa Legislativa, nos seis primeiros meses de 2013.

De acordo com a delegada Renata Araújo, da Delegacia Fazendária, a mulher recebia no contracheque um valor líquido de R$ 4.630, mas não ficava com nenhum centavo. Ela, no entanto, repassava para um colega a responsabilidade de pagar um boleto com a mensalidade da escola do filho, cujo valor variava entre R$ 200 e R$ 300.

No depoimento, ela revelou que não comparecia ao trabalho e que o dinheiro de seu “salário’’ era sacado por um bombeiro ligado ao vereador, que a convidou para trabalhar no gabinete do oficial.

O militar ficava com o cartão bancário e a senha da servidora e era o encarregado de sacar o salário no fim do mês.

A mulher, que trabalhou como auxiliar de gabinete, foi exonerada no fim do mês de junho de 2013.

A Polícia Civil revelou que a mulher e outras quatro pessoas confirmaram, em seus respectivos depoimentos, a existência de um esquema no qual alguns servidores lotados no gabinete de Garcia teriam sido obrigados a devolver dinheiro, nos últimos três anos.

Uma das pessoas é uma estudante de 25 anos que recebeu valores que variavam entre R$ 10 mil e R$ 13 mil, em seu contracheque.

Em seu depoimento, ela alegou que era obrigada a devolver a maior parte do salário, e que recebia apenas valores entre R$ 500 e R$ 1.300.

Segundo a estudante, dois bombeiros que trabalham com Garcia, mas que não eram lotados em seu gabinete, a escoltavam até o banco onde ela sacava o dinheiro na boca do caixa.

Em seguida, os militares a acompanhavam até o gabinete, onde ela colocava a quantia num envelope e a repassava para a dupla.

Procurado, o vereador Márcio Garcia disse ter encaminhado ofício ao Tribunal de Justiça pedindo a quebra do próprio sigilo telefônico, fiscal e bancário.

FONTE: EXTRA

ACREDITAMOS NO TRABALHO DA POLÍCIA, CABE A QUEM ACUSA O ÔNUS DA PROVA, MESMO SABENDO QUE UM INQUÉRITO POLICIAL NÃO É ABERTO POR QUALQUER MOTIVO. 

DESEJAMOS QUE TUDO SEJA ESCLARECIDO O QUANTO ANTES, HAVENDO CULPADOS, QUE ESTES SEJAM PUNIDOS COM O RIGOR DA LEI, POIS ANTES DE SER UMA TRAIÇÃO AO PODER PÚBLICO, É UMA TRAIÇÃO AOS ELEITORES QUE ACREDITARAM NO VEREADOR. 

ANTES DE FAZER QUALQUER JUÍZO DE VALOR, VAMOS AGUARDAR O ENCERRAMENTO DO INQUÉRITO POLICIAL, NA ESPERANÇA DE QUE ESTE EPISÓDIO NÃO VENHA A MANCHAR MAIS UMA VEZ, UM MOVIMENTO VERDADEIRO, QUE SOFREU COM A HISTÓRIA DA MALA, TEVE SEU SITE OFICIAL PLAGIADO E VILIPENDIADO COM UMA SUPOSTA ASSOCIAÇÃO(sic) PARA CONCORRER COM A ABMERJ, A FIM DE SERVIR AOS INTERESSES POLÍTICOS, QUE TUDO VENHA À TONA! 

NOSSA TROPA NÃO MERECE SER ENGANADA.