segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Bombeiros reclamam de falta de médicos especializados em hospital da corporação


Bombeiros do Rio pedem melhoria no atendimento médico 

A falta de repasse do Governo do Estado para o Hospital Central do Corpo de Bombeiros do Rio, Aristarcho Pessoa (HCAP), tem deixado muitos bombeiros sem atendimento médico especializado. Conforme uma fonte ligada à corporação, o hospital não recebe o dinheiro a que tem direito há mais de três meses, o que tem prejudicado a unidade. A situação tem atingido muitos bombeiros que precisam de atendimento. De acordo com uma bombeira, que preferiu não ter a identidade revelada, a espera para conseguir uma consulta ginecológica na unidade pode ultrapassar um ano.

— Estou esperando e, sempre que ligo para tentar a consulta, a resposta é a mesma: não há ginecologista disponível — diz. Ela ainda não conseguiu fazer os exames, pois teria que desembolsar mais de R$ 400.

Segundo Mesac Efaín, presidente da Associação de Bombeiros Militares do Estado do Rio (ABMERJ), a situação é de total descaso com a corporação que, mensalmente, tem desconto de 10% do salário para o fundo de saúde, que deveria fornecer atendimento de qualidade.

— Solicitamos providências do Tribunal de Contas e do Ministério Público para saber o que tem sido feito com o dinheiro do nosso fundo de saúde — diz.

Apesar dos relatos de falta de atendimento no hospital, a corporação nega qualquer problema na unidade. “Não houve qualquer redução no atendimento a pacientes ginecológicos no hospital da corporação, que, diariamente, como sempre ocorreu, conta com dois médicos ginecologistas de plantão ”.

Exame periódico é suspenso

Além do descaso no Hospital Central da Corporação, a Associação de Bombeiros Militares do Rio, afirma que a avaliaçãoperiódica anual, pela qual todos os bombeiros devem passar, foi suspensa no início deste mês. Pelas contas da associação, cerca de 50% do pessoal podem ficar sem o exame, que é de extrema importância para a função.

- Nossa função exige esforço físico e concentração. Sem a avaliação médica necessária para atestar a capacidade dos nossos homens para o trabalho, fica difícil saber quem está apto para exercer a atividade — explica o presidente Mesac Efaín.

A avaliação periódica é feita ao longo do ano. Os bombeiros são separados em grupos e, mensalmente, um determinado percentual passa pela avaliação. Segundo o Corpo de Bombeiros, a suspensão não trará prejuízos aos militares, visto que “o exame periódico passou a ser realizado em 2013 e o objetivo não é atestar a capacidade do bombeiro de permanecer no serviço ativo, mas sim, a obtenção de um diagnóstico precoce de doenças crônicas”.

FONTE: EXTRA

2 comentários:

  1. É simples só tirar o fundo de saúde

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  2. ____________________ATE QUANDO ESSE FANFARAO DO CMT GERAL MALANDRAO VAI MENTIR PARA OS BOMBEIROS E POPULAÇAO E PASSAR AS PATAS NA CABEÇA DESSE GOVERNADOR 171 PMDb;;;;;;;;----------------------MALANDRAO OS BOMBEIROS VAO VOLTAR PARA AS RUAS AGUARDE E VOCE VAI CAI IGUAL A PEDROCA JUNTO COM PEZAO E AMUMINHA .,,,,os bombeiros voltou...ALERJ E NOSSA...JSF...SOS...

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