sábado, 27 de agosto de 2016

SUBTENENTE BOMBEIRO É BALEADO NO MP - VEJA AS IMAGENS

Polícia descarta ataque ao Ministério Público


Imagens do circuito interno do Ministério Público, na Rua Nilo Peçanha, 12, Centro do Rio, estão sendo analisadas para identificar os criminosos que invadiram o local. Um deles atingiu com um tiro de pistola calibre 45. o subtenente do Corpo de Bombeiros Claudio Henrique da Silva Siqueira, segurança do promotor Homero das Neves Freitas Filho. A polícia acredita que a ação tenha sido tentativa de assalto e descarta hipótese de ataque à instituição.

Claudio Henrique já deixou o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra a ação dos bandidos. Os dois dispararam contra o militar, que foi ferido duas vezes na coxa, e fugiram em seguida do prédio. O delegado Claudio Vieira, da 4ª DP (Praça da República), investiga o caso. “Já fizemos uma perícia no edifício do MP e estamos tentando identificar os dos criminosos”, disse.

Homero das Neves é titular da 23ª Promotoria de Investigação Penal (PIP) do Ministério Público, responsável pelos inquéritos da Delegacia de Homicídios (DH).

ÍNTEGRA DA NOTA OFICIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

A Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ) informou que a agressão por disparos sofrida pelo agente Cláudio Henrique Silva Siqueira, na noite do dia 25 de agosto de 2016, não ocorreu no interior das dependências da 1ª Central de Inquéritos, e sim na portaria do Edifício Nilo Peçanha, no Centro, aonde o Ministério Público ocupa dois andares guarnecidos com vigilantes.


Esclareceu, ainda, que, no momento da investida, o agente não se encontrava no serviço de escolta ao promotor de justiça Homero das Neves Freitas Filho, e se achava junto ao balcão da recepção do prédio comercial, tendo repelido, ao que parece, tentativa de roubo que se frustrou, resultando em ferimento na sua perna esquerda.

Por fim, foi instaurado procedimento de averiguação no âmbito da CSI, que será acompanhado pelos membros da Comissão de Segurança, não havendo, por ora, indícios que confirmem tenha a ação se dirigido ao promotor de justiça, em razão do exercício de suas funções, sendo certo que o mesmo não se encontrava no prédio na ocasião.

FONTE: O DIA

Um comentário:

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