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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Falta de maca dificulta socorro à vitima de atropelamento em Nova Iguaçu

Sonia Maria Rocha Amorim, de 69 anos, foi atropelada na tarde do último domingo Foto: Ivan Teixeir...

NOVA IGUAÇU - Uma mulher identificada como Sonia Maria Rocha Amorim, de 69 anos, foi atropelada na tarde do último domingo na Avenida Governador Roberto Silveira por um motociclista que fugiu do local, no Centro de Nova Iguaçu. Segundo moradores, várias solicitações foram feitas para o atendimento 192 da Samu que alegava não possuir ambulâncias disponíveis. Ligações também foram feitas para o 193 do Corpo de Bombeiros, que precisou solicitar uma ambulância do Destacamento de Belford Roxo para fazer o socorro à vítima.

Segundo a unidade de Nova Iguaçu, não havia ambulância disponível, pois as mesmas, ao chegarem no hospital da Posse, ficam retidas por falta de maca, impedindo, assim, que as ambulâncias prestem socorro a outras vítimas. A senhora foi socorrida para o Hospital da Posse, onde passou por atendimento e foi liberada em seguida apenas com escoriações no rosto e nos braços.

Em nota, o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) informou que enfrenta problemas graves de superlotação, atendendo pacientes de outros municípios da região e ainda os acidentados da Rodovia Presidente Dutra e Arco Metropolitano, o que pode ocasionar, em determinados momentos, pouca disponibilidade de macas ou leitos.
A atual situação do HGNI reflete na demora em liberar a maca do Corpo de Bombeiros, CCR Nova Dutra e do Samu, pois é preciso acomodar o paciente adequadamente. Entretanto, é preciso também que o Corpo de Bombeiros se comprometa com o que foi pactuado junto ao Ministério público, em que iria se responsabilizar em avaliar o grau de complexidade do paciente antes de encaminhá-lo diretamente para a unidade, evitando, dessa forma, que casos de baixa complexidade, que podem ser tratados em outras unidades, cheguem ao hospital. Atualmente, O HGNI conta com 400 leitos para atender mais de três milhões de habitantes.