sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Rio de Janeiro está ficando ingovernável, diz Pezão

Luiz Fernando Pezão relata que pediu a Temer e à secretária do Tesouro Nacional um período de trégua. ‘Se tinha que cortar 100%, que cortasse 60%, 70%, para respirarmos e fazer a travessia nesse momento de queda na arrecadação’. O governador diz não querer receber recursos extraordinários, pois o problema do estado é estruturante, ao defender o pacote de cortes e a reforma na Previdência.

O governo do Rio de Janeiro, segundo Pezão, está há um ano e meio querendo securitizar dívida ativa e os royalties do petróleo. ‘O Tesouro acha que impacta no primário, mas tenho pareceres dos maiores economistas de que não impacta. E ficamos numa discussão interminável’.

‘O remédio que está na Lei de Responsabilidade Fiscal é que posso reduzir jornada de trabalho e salário, e isso não vai resolver meu problema. Estamos com aumento de 19% na matrícula e 28% no atendimento no posto de saúde, como que vou demitir funcionário?’, questiona.

O recuo na proposta de aumento da alíquota do desconto previdenciário para 30% foi minimizado pelo governador. De acordo com ele, está sendo estudado um pacote de cortes a taxações de R$ 4 bilhões que compensariam em parte a economia de R$ 7 bilhões com a proposta.

FONTE: CBN

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