sexta-feira, 28 de julho de 2017

Serviço que aciona Samu no Rio de Janeiro corre o risco de ser paralisado

Empresa responsável por operar os telefonemas para o 192 informa não receber desde novembro de 2016. Problema foi informado ao Corpo de Bombeiros.





O serviço de telefonia 192, que aciona as ambulâncias do Samu no Rio de Janeiro pode parar a qualquer momento. A empresa responsável pelo serviço informa que não está recebendo do governo do estado desde o ano passado. A falta de dinheiro deve comprometer o atendimento. A informação é da GloboNews.


A GloboNews teve acesso a um ofício enviado pela empresa terceirizada que opera o serviço à Secretaria Estadual de Defesa Civil e ao Corpo dos Bombeiros. No documento, enviado em 19 de julho, a empresa informa sobre a iminência de interrupção deste serviço.


Em nota, a assessoria da Secretaria Estadual de Defesa Civil informou que "a verba para o pagamento é descentralizada pela Secretaria Estadual de Saúde".


A secretaria lembrou que o Samu nos municípios é gerenciado pelas prefeituras. O Corpo de Bombeiros gerencia o serviço 192 apenas no Rio de Janeiro (capital). A média de atendimento fica em torno de 450 eventos por dia.


De acordo com o ofício encaminhado pela HSI Solutions, a empresa informa que não recebeu parte do pagamento referente a novembro de 2016, e os vencimentos referentes a dezembro de 2016 e de janeiro a junho de 2017.


"Não possuímos mais recursos, nem crédito junto ao mercado bancário, para arcar com nossos compromissos junto aos funcionários, bem como, aos prestadores de serviços diretamente relacionados ao contrato em referência e ao próprio governo", descreve a empresa no documento que continua: "não podemos garantir que funcionários trabalhem sem recebimento de seus salários e benefícios, nem que fornecedores continuem prestando seus serviços sem seus respectivos recebimentos", informou os representantes da terceirizada no ofício.


Essa empresa terceirizada é responsável para fazer o atendimento inicial que chega ao 192, além da primeira triagem e para onde o paciente deve ser levado. Se a empresa para de funcionar, todos os serviços iniciais podem ser paralisados.



Fontes:  Globo News/ SBT

Um comentário:

  1. Gostaria muito que o SAMU fosse de responsabilidade da prefeitura, como ocorre em todo o Brasil, mas infelizmente é gerido pelo CBMERJ, sacrificando a tropa, que está doente, e ninguem faz nada, apenas querem q se dane.
    Entao oro que esse sistema pare o mais rapido possível, entre em falencia e volte a ser administrado por quem é de direito. A prefeitura do Rio. Som9s bombeiros, e nao taxi.
    A sociedade tb tem uma grande parcela de culpa, que fica solicitando ambulancia p tudo.
    Os enventos q eu já tive o desprazer de atender, vou citar alguns aqui, insônia; cólica mestrual; curativo; engasgo com fumaça de cigarro; e entre outras bizarrisses.
    Entao vamos torcer para sair esse SAMU do Bombeiro.
    Peço arrego!!!
    Deus está conosco e agora vai!!!

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