quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os desfiles de carnaval no Sambódromo do Rio fala de escravidão, reforma da Previdência, tem presidente vampiro e ala de manifestantes fantoches.


"Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?


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Ala de Manifestoches



Os desfiles das escolas Paraíso do Tuiuti e Beija-Flor de Nilópolis na Sapucaí chamaram atenção pela dimensão política dos sambas-enredo e por referências nada sutis ao atual estado do País.

Em sua apresentação na madrugada da segunda 12, a primeira retratou manifestantes de verde e amarelo em trajes de pato e manipulados por um vampiro presidente inspirado em Michel Temer. Enalteceu ainda os "guerreiros da CLT", representados nas fantasias como uma espécie de deus Shiva dos trabalhadores, munido de martelo, foice e outros instrumentos em seus quatro braços. Os integrantes da ala carregavam ainda uma enorme carteira de trabalho avariada, uma crítica à reforma trabalhista aprovada no ano passado. 




















O PESO DOS IMPOSTOS




Com passagem repleta de críticas sociais, a Beija-Flor encerrou os desfiles de 2018 do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Sexta e última escola a passar pela Avenida Marquês de Sapucaí, a agremiação levou o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”. Diferente dos últimos anos, a Beija-Flor não veio com a opulência — que virou sua marca principal — para se adequar ao enredo peculiar. Um dos principais destaques positivos da agremiação foram as mensagens impactantes nos carros alegóricos. As alas teatralizadas também se destacaram.




Prédio da PETROBRAS, invadivo se transforma em favela









ARRASTÂO





A FESTA DO GUARDANAPO






JÓIAS E TORNOZELEIRAS


A FARRA DAS EMPREITEIRAS





O CLAMOR DA SOCIEDADE








FONTE: EL PAÍS