terça-feira, 7 de agosto de 2018

Parlamentares presos com salários em dia. Pode isso, Arnaldo?

REGIMENTO INTERNO (ALERJ) E A CONSTITUIÇÃO ESTADUAL (CRIADAS POR ELES MESMOS ) IMPEDE A CASSAÇÃO DOS SEUS RESPECTIVOS MANDATOS 

Eles continuam na titularidade de seus mandatos e, portanto, continuam recebendo salários.

Presos desde novembro passado, fruto da Operação Lava Jato, no Rio de Janeiro, os deputados estaduais do PMDB, Jorge Picciani (presidente da Assembleia), Edson Albertassi (ex-líder governista) e Paulo Melo continuam recebendo da Assembléia Legislativa (Alerj) salário de R$ 25,3 mil, cada um, segundo o Portal da Transparência da Casa.

A quadrilha é sustentada com dinheiro público e os salários dos deputados corruptos presos, pagos pelo suor do trabalhador fluminense. Além desse descalabro, cada um deles mantém 20 assessores em seus gabinetes na Alerj, com os vencimentos em dia, diferente do que acontece com os servidores públicos do Estado, com algumas categorias com seus salários parcelados e atrasados desde o ano passado. 

O governador já declarou publicamente que tem dinheiro em caixa para os próximos 3 meses. E o 13°salário das categorias? Como será Isso? A população, como um todo, tem que decidir que tipo de representação parlamentar irá representa-la. É justo parlamentares presos estarem com seus salários em dia enquanto trabalhadores sofrem com o efeito dos roubos e das negociatas?

EQUIPE BRAVOS SERVIDORES

Um comentário:

  1. Bom dia, se os três viessem para serem reeleitos, podem ter certeza que seriam. Depois, reclamam quando perdem um ente querido no hospital, por falta de médicos e um péssimo atendimento. A população tem o que merecem e eles são cobras criadas sabem disso, e enriquecem cada vez mais, deixando a família bem de vida até a geração dos netos, bisnetos e etc.

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