sexta-feira, 9 de novembro de 2018

'Furna da Onça' leva disputa pela presidência da Alerj à estaca zero

























Com a prisão de mais sete deputados, entre eles André Corrêa (DEM), a disputa pela presidência da Alerj volta à estaca zero.
Corrêa, o favorito, havia negociado cargos na mesa em troca de apoio de PRB, PSDB e SD.
Tucanos de alta plumagem, no entanto, esqueceram-se de combinar com Luiz Paulo e Lucinha, os únicos reeleitos da legenda — e que já declararam publicamente o apoio a André Ceciliano (PT).

Terceira via

Na quinta-feira (8), em meio à operação "Furna da Onça", a maior bancada eleita — o PSL da família Bolsonaro — admitiu articular a escolha de um nome para a disputa.
Já Márcio Pacheco, do PSC de Wilson Witzel, desponta como nome para fazer frente ao presidente em exercício André Ceciliano (PT). Há quem defenda uma mulher ou um novato que não tenham ligações com a base dos governos Cabral e Pezão.

Bate-boca

A "Furna da Onça" rendeu um bate-boca no Twitter entre os deputados Flávio Bolsonaro (PSL) e Marcelo Freixo (PSOL).
O tempo fechou quando Freixo falou do apoio do PSL a André Correa para a presidência da Alerj, vinculando-o à corrupção.
Flávio retrucou, dizendo que o PSOL também apoiou um preso: o ex-presidente Lula. A partir daí, a conversa só piorou.

FONTE: EXTRA

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