segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Militares recebem mal extinção da Secretaria de Segurança por Witzel

Não haverá mais intervenção ano que vem, mas o fato causou estranheza num momento em que os militares têm protagonismo em ações de sucesso no estado - e terão protagonismo no governo federal


Brasília - Foi mal recebida entre alguns militares de alta patente que tocam a intervenção federal na Segurança do Rio de Janeiro a notícia de que o governador eleito, Wilson Witzel, vai extinguir a pasta a partir de janeiro. Não haverá mais intervenção ano que vem, mas o fato causou estranheza num momento em que os militares têm protagonismo em ações de sucesso no estado - e terão protagonismo no governo federal.
A assessoria do governador eleito informa que ele tem excelente relação com o Alto Comando, e que os militares terão assento no Conselho de Segurança que ele vai instituir.


Patrulhas
A partir de janeiro, o Estado do Rio terá secretários da Polícia Militar e Polícia Civil.

Falta o balde
E essa acusação contra assessores de Aécio e Perrella, hein? O que se diz em Brasília é que caixa de sabão com propina facilita a lavagem de dinheiro.

Poder da rede
Em três meses, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) saltou de pouco mais de 1 milhão de citações no Google para atuais 64,7 milhões. Em todo o planeta.

Turma de cima
Com os rumores de que o delegado federal Maurício Valeixo será o novo diretor-geral da PF, a turma que manda na chefia da corporação mantém seu status. Ele foi braço-direito por anos do ex-DG Leandro Daiello e circula bem pela cúpula da Polícia. Mas tem perfil de cargos burocráticos, longe da atividade de investigação.

Histórico
Valeixo havia sido escanteado na gestão de Fernando Segóvia - primeiro chefe da PF quando Michel Temer tomou posse, mas que perdeu o cargo em meses. Valeixo voltou à cúpula da corporação com protagonismo comedido. Ficou na Lava Jato por menos de um ano. Também foi diretor de Inteligência e Diretor de Pessoal da PF.

Dois em um
Após a polêmica proposta de o Meio Ambiente virar um secretaria dentro do Ministério da Agricultura, ideia da qual o presidente eleito já recuou, agora essa: a reunião das pastas na transição é chefiada unicamente pela futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Meio mesmo!
Pelo andar da transição, pode-se esperar um Ministério do Meio (de fato) Ambiente. Quem vai mandar na questão ambiental é a dona Tereza. A conferir.

Camburão no grupo
A Polícia do Paraná está de olho numa onda de reuniões de grupos de pequenos investidores em /Curitiba e estado adentro. Em outras palavras, as 'pirâmides'.

Cabô a boquinha
Governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) chegou para inovar de fato. Contratou voluntários para a transição do governo em seleção de currículos pela internet, para meio expediente ou horário integral.

1 a 0
Bolsonaro deu um tiro de fuzil no coração da ditadura cubana. Além de questionar por que 70% do valor pago aos médicos ficam com o governo, encurralou o sistema ao condicionar a vinda das famílias dos médicos. Seria debandada na certa!

Esplanadeira
Bayard Boiteux é um dos cinco indicados na categoria Academia para o Prêmio Nacional do Turismo, que será anunciado dia 5 de dezembro.

FONTE: O DIA